Rogério Ceni lamenta o último gol do Corinthians (Foto: Miguel Schincariol)
O último domingo foi um dos piores da carreira de Rogério Ceni. O goleiro sofreu a sua maior goleada (5 a 0) e ainda falhou no último gol. Tudo isso com um agravante: o adversário era o Corinthians, maior rival do São Paulo.
Com mais de 20 anos no Tricolor, não foi a primeira vez que Ceni teve uma atuação contestada. Ele já falhou em outras oportunidades, mas, na maioria delas, não demorou a se redimir. Ídolo maior dos são-paulinos, ele tem a chance de dar a volta por cima nesta quarta-feira, contra o Botafogo, às 21h50, no Morumbi (com transmissão em tempo real pelo LANCENET!).
A mais famosa recuperação do camisa 1 aconteceu em 2006. Rogério falhou na final da Libertadores e o Tricolor perdeu o título para o Internacional. Nada que abalasse o capitão. Se a frustração aconteceu em uma quarta-feira, no domingo ele já estava de volta às glórias.
O São Paulo perdia por 2 a 0 para o Cruzeiro e os adversários tinham um pênalti a favor, ainda no primeiro tempo. Rogério Ceni defendeu, pouco depois marcou um gol de falta, então o de número 63, e desbancou Chilavert como maior goleiro-artilheiro da história do futebol. Ele não parou por aí, e empatou em penalidade.
O mito, como é chamado pelos são-paulinos, também saiu do inferno ao céu após cobranças de pênaltis malsucedidas e a grave lesão, em 2009. O próprio centésimo veio após levar gols defensáveis contra o Paulista (veja mais na página ao lado).
Depois do vexame diante do Corinthians, uma vitória contra o Botafogo ajudará a esquecer o clássico. O triunfo ainda assegura a liderança por mais uma rodada.
Apaixonado pelo clube, Rogério Ceni não vê a hora de calar as críticas e voltar a ser enaltecido pelos seus feitos. O que ele vai aprontar no Morumbi?
As ‘ressurreições’ de Rogério Ceni
Centésimo
Antes do épico confronto com o Corinthians este ano, pelo Paulistão, Ceni perdeu para o Paulista por 3 a 2 e sofreu três gols defensáveis. Depois, entrou para história contra o rival.
No mesmo jogo
Pelas oitavas de final da Libertadores do ano passado, o goleiro desperdiçou sua cobrança na decisão por pênaltis, mas depois defendeu duas, classificando o time à próxima fase.
Voltou mais forte
Em abril de 2009, sofreu a pior lesão da carreira ao fraturar o tornozelo esquerdo durante treino no CT. Ficou quatro meses fora, mas hoje faz sua 104 partida consecutiva.
Rumo ao tetra
Em agosto de 2006, perdeu pênalti no último minuto contra o Fortaleza: 1 a 1. No jogo seguinte, contra o Santa Cruz (3 a 1), marcou de falta. Líder, time arrancou para o tetra do Brasileiro.
Após falha, o recorde...
Em 2006, quatro dias após a falha na final da Libertadores contra o Inter, roubou a cena ao defender um pênalti e virar o maior goleiro-artilheiro ao marcar duas vezes contra o Cruzeiro.
Levanta! Rogério Ceni tem tradição em dar a volta por cima
Sempre que passa por um momento ruim, goleiro não demora para se recuperar. É dia de se redimir no Morumbi
Fonte Lance!
29 de Junho de 2011
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