São Paulo fechado em casa
Fonte Jornal da Tarde
11 de Junho de 2011
Paulo César Carpegiani até que tentou, mas sem poder contar com Fernandinho e Miranda, que ainda não se recuperaram dos problemas físicos, o técnico não sente confiança em abrir um pouco mais o time.
Por isso, hoje, diante do Grêmio, no Morumbi, o São Paulo, que vai em busca da inédita marca de quatro vitórias seguidas em um início de Campeonato Brasileiro, será o mesmo que enfrentou Fluminense e Atlético-MG, ambos fora de casa: retrancado e apostando na velocidade de Lucas e Dagoberto e nas aparições de Casemiro no ataque.
“Tentei fazer mudanças, mas tive dificuldades. Por isso, serão os mesmos jogadores da última partida. Miranda ainda está sentindo incômodo no tornozelo. O Fernandinho eu tentei antecipar, mas ele ainda não está confiante. Ele sente dores na panturrilha”, explicou o técnico, que testou a dupla no treino de ontem, fechado para a imprensa nos primeiros 45 minutos. A dupla só deve voltar na quinta rodada, no dia 19, contra o Ceará.
A decisão de manter a cautela, mesmo jogando dentro de casa, tem dois motivos fundamentais: o primeiro, a curto prazo, é o cuidado com a jovem base do time. O receio é que uma derrota derrube o ânimo da molecada, responsável pelo crescimento do Tricolor, após a eliminação na Copa do Brasil.
O outro motivo é a preocupação com o futuro a médio prazo do clube, no Brasileirão. O São Paulo deve perder peças importantes entre julho e agosto – Lucas vai para a Copa América e seis jogadores podem ser convocados para o Mundial Sub-20 – e corre o risco de oscilar de produção no torneio.
“Acho que todo time quer fazer gordura. O Brasileiro é longo e desconheço uma equipe que não passe por momentos sem vitórias durante a competição. É normal”, analisou o técnico.
Alterações no futuro
A impossibilidade de contar com alguns jogadores também foi comemorada pelo comandante do São Paulo. Isso porque ele terá a chance de usar o mesmo time pela terceira vez em quatro rodadas, fator positivo para uma equipe em transição.
“Isso é importante, mas estamos esperando também o grupo completo. Não está o ideal, mas a repetição dá melhora no coletivo da equipe.”
Apesar de não considerar o atual Tricolor retrancado, já que declarou Casemiro e Carlinhos Paraíba como meias, Carpegiani avisa aos torcedores que nova postura tática – mais ofensiva – será implantada.
“Estamos mais competitivos (com o atual esquema), mas quando tivermos todos os jogadores recuperados terei que colocar o São Paulo com uma postura mais ofensiva.”

Por isso, hoje, diante do Grêmio, no Morumbi, o São Paulo, que vai em busca da inédita marca de quatro vitórias seguidas em um início de Campeonato Brasileiro, será o mesmo que enfrentou Fluminense e Atlético-MG, ambos fora de casa: retrancado e apostando na velocidade de Lucas e Dagoberto e nas aparições de Casemiro no ataque.
“Tentei fazer mudanças, mas tive dificuldades. Por isso, serão os mesmos jogadores da última partida. Miranda ainda está sentindo incômodo no tornozelo. O Fernandinho eu tentei antecipar, mas ele ainda não está confiante. Ele sente dores na panturrilha”, explicou o técnico, que testou a dupla no treino de ontem, fechado para a imprensa nos primeiros 45 minutos. A dupla só deve voltar na quinta rodada, no dia 19, contra o Ceará.
A decisão de manter a cautela, mesmo jogando dentro de casa, tem dois motivos fundamentais: o primeiro, a curto prazo, é o cuidado com a jovem base do time. O receio é que uma derrota derrube o ânimo da molecada, responsável pelo crescimento do Tricolor, após a eliminação na Copa do Brasil.
O outro motivo é a preocupação com o futuro a médio prazo do clube, no Brasileirão. O São Paulo deve perder peças importantes entre julho e agosto – Lucas vai para a Copa América e seis jogadores podem ser convocados para o Mundial Sub-20 – e corre o risco de oscilar de produção no torneio.
“Acho que todo time quer fazer gordura. O Brasileiro é longo e desconheço uma equipe que não passe por momentos sem vitórias durante a competição. É normal”, analisou o técnico.
Alterações no futuro
A impossibilidade de contar com alguns jogadores também foi comemorada pelo comandante do São Paulo. Isso porque ele terá a chance de usar o mesmo time pela terceira vez em quatro rodadas, fator positivo para uma equipe em transição.
“Isso é importante, mas estamos esperando também o grupo completo. Não está o ideal, mas a repetição dá melhora no coletivo da equipe.”
Apesar de não considerar o atual Tricolor retrancado, já que declarou Casemiro e Carlinhos Paraíba como meias, Carpegiani avisa aos torcedores que nova postura tática – mais ofensiva – será implantada.
“Estamos mais competitivos (com o atual esquema), mas quando tivermos todos os jogadores recuperados terei que colocar o São Paulo com uma postura mais ofensiva.”

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