Crise estraga plano eleitoral de Teixeira
Fonte Estadão
31 de Maio de 2011
Os planos de Ricardo Teixeira para concorrer à presidência da Fifa em 2015 foram abalados pela disputa de poder na entidade.
Há dois meses, os ataques de Blatter à organização da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, eram creditados a uma lógica eleitoral, já que Teixeira havia apoiado a eleição de Bin Hammam.
Na Fifa, a percepção era de que Bin Hammam e Teixeira haviam selado um pacto. O presidente da CBF apoiaria o árabe nas eleições em 2011 e, em 2015, seria a vez de o bilionário empresário do Catar dar seu apoio a Teixeira . "Meu objetivo era ficar apenas até 2015. Depois eu sairia", confirmou o árabe.
Teixeira já havia dado seu voto para o Catar organizar a Copa de 2022 e vinha mantendo uma relação próxima com Bin Hammam. O brasileiro foi a última pessoa a se encontrar com Bin Hammam antes de o suspeito ser ouvido (e punido) pelo Comitê de Ética da Fifa, anteontem.
Então rival de Blatter, o catariano esteve em São Paulo e chegou a considerar investimentos no estádio do Corinthians, para permitir o financiamento do que seria a arena que abriria a Copa de 2014. Bin Hammam estuda comprar os direitos sobre o nome do estádio (naming rights).
A aproximação entre Teixeira e Bin Hammam havia irritado profundamente Blatter. Com a queda de Bin Hammam, os temores em Zurique são de que Blatter poderia promover uma revanche com quem o teria traído.
Há dois meses, os ataques de Blatter à organização da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, eram creditados a uma lógica eleitoral, já que Teixeira havia apoiado a eleição de Bin Hammam.
Na Fifa, a percepção era de que Bin Hammam e Teixeira haviam selado um pacto. O presidente da CBF apoiaria o árabe nas eleições em 2011 e, em 2015, seria a vez de o bilionário empresário do Catar dar seu apoio a Teixeira . "Meu objetivo era ficar apenas até 2015. Depois eu sairia", confirmou o árabe.
Teixeira já havia dado seu voto para o Catar organizar a Copa de 2022 e vinha mantendo uma relação próxima com Bin Hammam. O brasileiro foi a última pessoa a se encontrar com Bin Hammam antes de o suspeito ser ouvido (e punido) pelo Comitê de Ética da Fifa, anteontem.
Então rival de Blatter, o catariano esteve em São Paulo e chegou a considerar investimentos no estádio do Corinthians, para permitir o financiamento do que seria a arena que abriria a Copa de 2014. Bin Hammam estuda comprar os direitos sobre o nome do estádio (naming rights).
A aproximação entre Teixeira e Bin Hammam havia irritado profundamente Blatter. Com a queda de Bin Hammam, os temores em Zurique são de que Blatter poderia promover uma revanche com quem o teria traído.
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