
Polícia escoltou o ônibus na saída do hotel em Florianópolis (Foto: Marcelo Prado / GLOBOESPORTE.COM)
- Lamentamos profundamente tudo o que aconteceu, não imaginávamos que a eliminação fosse ocorrer. São situações como essas que exigem uma reflexão maior. Não adianta tomar alguma atitude no primeiro momento porque você pensa com a emoção e não a razão. Vamos chegar a São Paulo, nos reunir no Morumbi e decidir que providência iremos tomar. Isso inclui o presente e o futuro do São Paulo, e certamente o nome do treinador está incluído – afirmou o dirigente.
Na sequência, o dirigente deixou claro que não existe mais clima para Rivaldo e Paulo César Carpegiani continuarem a trabalhar juntos. O meia fez duras críticas ao treinador, que rebateu na mesma moeda. E, pelo que falou, o camisa 10 tem mais chances de permanecer.- Seria leviano e falso imaginar as coisas de uma forma diferente (quando questionado se os dois poderiam jogar juntos). Vamos analisar tudo. Ainda vamos tomar exato conhecimento da manifestação do treinador. Pelo que vocês estão dizendo, o Carpegiani questionou o caráter do Rivaldo. Eu ouvi o que o Rivaldo falou e não encaro isso como um desrespeito. Eu encaro esse tipo de reação dos atletas de uma forma mais positiva do que negativa. O inconformismo com determinadas situações é melhor do que a acomodação – ressaltou o dirigente.
Até segunda-feira, uma definição sobre o caso estará tomada.
- Vamos encaminhar soluções imediatas para que o time se recupere o mais rápido possível. A grandeza do São Paulo exige isso – concluiu.
SEGURANÇA REFORÇADAPara o desembarque da delegação no aeroporto de Congonhas, a diretoria do São Paulo já pediu reforço de segurança. Isso porque a ideia seria que o ônibus saísse direto da pista, o que não é possível. No total, 20 seguranças já foram contratados e também foi solicitada a presença da Polícia Militar.
Já houve protesto no Morumbi. Logo após a derrota para o Avaí, os muros do estádio tricolor foram pichados.