No São Paulo, Jean minimiza catimba de Valdivia
Jogador do Tricolor afirmou que não dá importância para jogadores que falam em campo e explicou polêmica com Kleber
Fonte Lance!
1 de Março de 2011
O Choque-Rei deste último domingo deu o que falar. Palmeirenses e são-paulinos trocaram farpas antes, durante e depois do jogo que terminou empatado em 1 a 1. Grande alvo das reclamações por parte dos tricolores, Valdivia e Kleber ainda eram assunto no treino do Tricolor nesta terça-feira.
Sobre a catimba de Valdivia durante o clássico, Jean preferiu não entrar em polêmica e disse que esse tipo de malandragem só serve quando você se deixa levar. O lateral ainda disse que não liga para o que escuta dos adversários dentro de campo.
- A malandragem ajuda contra quem cai na catimba dele. Eu nem sei se ele fala demais, não sei. Não dou importância. Sempre deixo o cara falar o que ele quiser, só penso mesmo em marcar, jogar bola - disse.
Após falar sobre o chileno, Jean também explicou sobre o atrito que teve com Kleber durante o jogo. O camisa 2 afirmou que apenas pediu para o palmeirense ir devagar nas entradas mais fortes sobre seus companheiros.
- A situação do Kleber foi que, no meu modo dever, quando se dá uma entrada um pouco mais forte tem que maneirar. Eu mesmo quando faço isso peço desculpas. Acho que o Kleber poderia ter ido mais devagar, principalmente com o braço, mas foi só essa situação - explicou.
Sobre a catimba de Valdivia durante o clássico, Jean preferiu não entrar em polêmica e disse que esse tipo de malandragem só serve quando você se deixa levar. O lateral ainda disse que não liga para o que escuta dos adversários dentro de campo.
- A malandragem ajuda contra quem cai na catimba dele. Eu nem sei se ele fala demais, não sei. Não dou importância. Sempre deixo o cara falar o que ele quiser, só penso mesmo em marcar, jogar bola - disse.
Após falar sobre o chileno, Jean também explicou sobre o atrito que teve com Kleber durante o jogo. O camisa 2 afirmou que apenas pediu para o palmeirense ir devagar nas entradas mais fortes sobre seus companheiros.
- A situação do Kleber foi que, no meu modo dever, quando se dá uma entrada um pouco mais forte tem que maneirar. Eu mesmo quando faço isso peço desculpas. Acho que o Kleber poderia ter ido mais devagar, principalmente com o braço, mas foi só essa situação - explicou.
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