Palmeiras avalia Alecsandro, Viatri, Dagoberto e Borges: caros demais
Fonte uol/perrone
12 de Fevereiro de 2011
É extensa a lista de atacantes que o Palmeiras analisou nos últimos dias. Porém, nenhum negócio evoluiu até agora porque os jogadores são considerados caros demais para o clube.
Viatri, do Boca Juniors, foi um dos poucos casos em que o alviverde foi além de fazer contas e analisar o atleta com a comissão técnica. Sondou a possibilidade de trazê-lo a um custo baixo. Mas ficou desanimado ao ouvir que teria que comprar seus direitos por cerca de US$ 12 milhões.
O clube também ficou desapontado após conversar com empresários sobre Borges, do Grêmio, Alecsandro, do Inter, e o são-paulino Dagoberto. Avaliou que independentemente dos gastos para tirar os jogadores de seus times, não teria dinheiro para pagar os salários.
O cenário ideal para os palmeirenses é contratar um atacante que ganhe R$ 80 mil por mês. Todos os nomes brasileiros analisados recebem pelo menos o dobro.
O agente argentino Gustavo Arribas sugeriu alguns jogadores de seus país. Também não despertaram muito interesse.
A solução pode estar em empresas dispostas a levar um atacante para o Palestra. Investidores já deram sinal verde. Só que o clube precisa apresentar jogadores que se encaixem no perfil dessas empresas: mais jovens do que os cogitados. Uma alternativa é dar porcentagens de atletas em troca do dinheiro.
Mesmo com a ajuda de um parceiro, o Palmeiras precisará pagar os salários do reforço. E isso volta a limitar o universo de atacantes. Para ter um pouco de fôlego financeiro, a diretoria deve intensificar a dispensa de atletas que não vão ser aproveitados, como Wendel.
Só que nesse caso o problema é que quem ganha um bom salário no Palmeiras não quer sair. Segundo os cartolas, Wendel não aceita ir para o São Caetano, mesmo com sua remuneração mantida. O Palmeiras pagaria parte do salário.
Viatri, do Boca Juniors, foi um dos poucos casos em que o alviverde foi além de fazer contas e analisar o atleta com a comissão técnica. Sondou a possibilidade de trazê-lo a um custo baixo. Mas ficou desanimado ao ouvir que teria que comprar seus direitos por cerca de US$ 12 milhões.
O clube também ficou desapontado após conversar com empresários sobre Borges, do Grêmio, Alecsandro, do Inter, e o são-paulino Dagoberto. Avaliou que independentemente dos gastos para tirar os jogadores de seus times, não teria dinheiro para pagar os salários.
O cenário ideal para os palmeirenses é contratar um atacante que ganhe R$ 80 mil por mês. Todos os nomes brasileiros analisados recebem pelo menos o dobro.
O agente argentino Gustavo Arribas sugeriu alguns jogadores de seus país. Também não despertaram muito interesse.
A solução pode estar em empresas dispostas a levar um atacante para o Palestra. Investidores já deram sinal verde. Só que o clube precisa apresentar jogadores que se encaixem no perfil dessas empresas: mais jovens do que os cogitados. Uma alternativa é dar porcentagens de atletas em troca do dinheiro.
Mesmo com a ajuda de um parceiro, o Palmeiras precisará pagar os salários do reforço. E isso volta a limitar o universo de atacantes. Para ter um pouco de fôlego financeiro, a diretoria deve intensificar a dispensa de atletas que não vão ser aproveitados, como Wendel.
Só que nesse caso o problema é que quem ganha um bom salário no Palmeiras não quer sair. Segundo os cartolas, Wendel não aceita ir para o São Caetano, mesmo com sua remuneração mantida. O Palmeiras pagaria parte do salário.
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