São Paulo já tinha seu 'presidente-jogador': Rogério Ceni
Acerto com o presidente-jogador Rivaldo mostra, de novo, influência do capitão tricolor nas contratações
Fonte Lance!
25 de Janeiro de 2011
Aproximação com Rivaldo teve início com Rogério Ceni, que o presenteou com sua camisa após partida com o Mogi Mirim (foto: Rubens Chiri/www.saopaulofc.net)
Os dirigentes do São Paulo haviam acertado apenas com o lateral-esquerdo Juan e com a jovem promessa Willian José. E, com poucas cartas na manga, reclamavam da falta de opções no mercado.
Mas bastou Rogério Ceni fazer uma abordagem para mais um grande jogador acertar com o Tricolor. Tudo começou no dia 16. Após o São Paulo derrotar o Mogi Mirim por 2 a 0, no Estádio Romildo Ferreira, um encontro amistoso com o presidente Rivaldo, no vestiário, desencadeou uma negociação que teria o desfecho no último sábado: o meia virou reforço.
– Rogério Ceni é um cara fundamental no São Paulo. Ele tem a cara do clube e é um ídolo nato. É um ídolo de todos os brasileiros e será um prazer trabalhar novamente com ele, como na Seleção – afirmou o meia, ao site oficial.
Com mais de 20 anos de Sampa, o capitão costuma conversar, ainda no campo, com jogadores que gostaria de contar ao seu lado. Alguns, em fim de contrato, como o atacante Washington e o lateral-esquerdo Junior Cesar, nem pensaram duas vezes e, em 2009, trocaram o Fluminense pelo time do Morumbi.
Outros casos de sucesso são os do meia Souza e dos atacantes Leandro e Fernandão. Mas há também os negócios em que, mesmo com a interferência do goleiro, não passam de um simples namoro.
Foi o caso, por exemplo, dos argentinos Conca e Guiñazu. O primeiro, do Flu, sempre esteve entre os preferidos de Rogério para vestir a 10 do São Paulo. Já o volante, que ainda é desejo da diretoria, também recebe constante assédio de Rogério Ceni. Porém, às vezes, só conversa não resolve tudo:
– Sou menos influente do que pensam em sentido de contratações. Não sei qual a real condição financeira do clube – disse, em entrevista ao LANCE! no dia 15 de janeiro, véspera do encontro com Rivaldo, mostrando ter, sim, um prestígio enorme entre os jogadores.
Decisivas ou não, as conversas iniciais de Rogério Ceni com os possíveis reforços são amostras de que Rivaldo não será o único "dirigente" em campo. Lá do gol, com visão privilegiada, o capitão analisa os adversários. Ensaiando para, no futuro, ser presidente do São Paulo.
Os dirigentes do São Paulo haviam acertado apenas com o lateral-esquerdo Juan e com a jovem promessa Willian José. E, com poucas cartas na manga, reclamavam da falta de opções no mercado.
Mas bastou Rogério Ceni fazer uma abordagem para mais um grande jogador acertar com o Tricolor. Tudo começou no dia 16. Após o São Paulo derrotar o Mogi Mirim por 2 a 0, no Estádio Romildo Ferreira, um encontro amistoso com o presidente Rivaldo, no vestiário, desencadeou uma negociação que teria o desfecho no último sábado: o meia virou reforço.
– Rogério Ceni é um cara fundamental no São Paulo. Ele tem a cara do clube e é um ídolo nato. É um ídolo de todos os brasileiros e será um prazer trabalhar novamente com ele, como na Seleção – afirmou o meia, ao site oficial.
Com mais de 20 anos de Sampa, o capitão costuma conversar, ainda no campo, com jogadores que gostaria de contar ao seu lado. Alguns, em fim de contrato, como o atacante Washington e o lateral-esquerdo Junior Cesar, nem pensaram duas vezes e, em 2009, trocaram o Fluminense pelo time do Morumbi.
Outros casos de sucesso são os do meia Souza e dos atacantes Leandro e Fernandão. Mas há também os negócios em que, mesmo com a interferência do goleiro, não passam de um simples namoro.
Foi o caso, por exemplo, dos argentinos Conca e Guiñazu. O primeiro, do Flu, sempre esteve entre os preferidos de Rogério para vestir a 10 do São Paulo. Já o volante, que ainda é desejo da diretoria, também recebe constante assédio de Rogério Ceni. Porém, às vezes, só conversa não resolve tudo:
– Sou menos influente do que pensam em sentido de contratações. Não sei qual a real condição financeira do clube – disse, em entrevista ao LANCE! no dia 15 de janeiro, véspera do encontro com Rivaldo, mostrando ter, sim, um prestígio enorme entre os jogadores.
Decisivas ou não, as conversas iniciais de Rogério Ceni com os possíveis reforços são amostras de que Rivaldo não será o único "dirigente" em campo. Lá do gol, com visão privilegiada, o capitão analisa os adversários. Ensaiando para, no futuro, ser presidente do São Paulo.
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