Junior Cesar mostra caminho das pedras
Lateral planeja passar sua experiência de já ter conquistado a Copa do Brasil para o restante do elenco do São Paulo. Para ele, segredo para quebrar jejum do Tricolor no torneio é conseguir bons resultados jogando longe de casa
Fonte Diário de São Paulo
26 de Dezembro de 2010
Dono de um dos melhores currículos do país, o São Paulo tenta em 2011 acabar com uma lacuna: a falta do título da Copa do Brasil. E o lateral-esquerdo Junior Cesar pode ser importante, pelo fato de já ter conquistado o torneio em 2007, com a camisa do Fluminense.
Apenas ele e o meia Marcelinho Paraíba, que ainda não sabe sobre seu futuro no Morumbi, sentiram o gostinho de dar uma volta olímpica com a taça da Copa do Brasil em mãos.
Para Junior Cesar, um aspecto fundamental para a equipe que sonha em ser campeã é demonstrar coragem. "Não basta apenas ter bom desempenho como mandante. Um dos segredos é ser ofensivo também fora de casa", explica o lateral, lembrando que o gol no campo adversário serve como critério de desempate. "Muitos confrontos são decididos assim."
Junior Cesar sabe da obsessão do torcedor tricolor pela Libertadores, mas garante que a Copa do Brasil também é saborosa, além de abrir a porta para o torneio continental. "Para nós, será bacana porque é um campeonato curto, rápido, e com grande possibilidade de título."
Em suas andanças pelo torneio nacional, ele teve oportunidade de conhecer cidades de pouca tradição no futebol. "Esse é outro charme da Copa do Brasil. Afinal, em que outro campeonato você vai até Arapiraca? Ou encara o Flamengo do Piauí? Sem contar que, se formos realmente campeões, como eu acredito, teremos a chance de voltar à Libertadores no ano que vem", completa.
O São Paulo estreia na Copa do Brasil em 16 de fevereiro, diante do Treze, na Paraíba. Se passar à segunda fase, o time de Paulo César Carpegiani enfrenta o vencedor do confronto entre Santa Cruz e Corinthians-RN. O primeiro adversário de maior peso só deve vir nas oitavas de final, e será provavelmente Goiás ou Ponte Preta.
Primeira vez
Vários são-paulinos farão sua estreia na Copa do Brasil no próximo ano. O lateral e volante Jean, por exemplo, esteve na Libertadores nos últimos dois anos e por isso não teve a oportunidade de participar do torneio nacional. "Já sei que é um campeonato rápido. Não dá para vacilar", avisa. Já Rogério Ceni tem um vice-campeonato e uma semifinal no currículo.

vipcomm
Apenas ele e o meia Marcelinho Paraíba, que ainda não sabe sobre seu futuro no Morumbi, sentiram o gostinho de dar uma volta olímpica com a taça da Copa do Brasil em mãos.
Para Junior Cesar, um aspecto fundamental para a equipe que sonha em ser campeã é demonstrar coragem. "Não basta apenas ter bom desempenho como mandante. Um dos segredos é ser ofensivo também fora de casa", explica o lateral, lembrando que o gol no campo adversário serve como critério de desempate. "Muitos confrontos são decididos assim."
Junior Cesar sabe da obsessão do torcedor tricolor pela Libertadores, mas garante que a Copa do Brasil também é saborosa, além de abrir a porta para o torneio continental. "Para nós, será bacana porque é um campeonato curto, rápido, e com grande possibilidade de título."
Em suas andanças pelo torneio nacional, ele teve oportunidade de conhecer cidades de pouca tradição no futebol. "Esse é outro charme da Copa do Brasil. Afinal, em que outro campeonato você vai até Arapiraca? Ou encara o Flamengo do Piauí? Sem contar que, se formos realmente campeões, como eu acredito, teremos a chance de voltar à Libertadores no ano que vem", completa.
O São Paulo estreia na Copa do Brasil em 16 de fevereiro, diante do Treze, na Paraíba. Se passar à segunda fase, o time de Paulo César Carpegiani enfrenta o vencedor do confronto entre Santa Cruz e Corinthians-RN. O primeiro adversário de maior peso só deve vir nas oitavas de final, e será provavelmente Goiás ou Ponte Preta.
Primeira vez
Vários são-paulinos farão sua estreia na Copa do Brasil no próximo ano. O lateral e volante Jean, por exemplo, esteve na Libertadores nos últimos dois anos e por isso não teve a oportunidade de participar do torneio nacional. "Já sei que é um campeonato rápido. Não dá para vacilar", avisa. Já Rogério Ceni tem um vice-campeonato e uma semifinal no currículo.

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