Carpegiani pede esforço 'especial' da diretoria para segurar Ricardo Oliveira
Treinador não esconde a importância da permanência do jogador. Tricolor, que tem a concorrência do Santos, já apresentou duas propostas ao Al-Jazira
Fonte Globo Esporte
Por Getúlio
Ricardo Oliveira deixou claro que pretende seguir
no São Paulo na próxima temporada
(Foto: Marcelo Prado / GLOBOESPORTE.COM)
O assunto ainda está longe de um desfecho, mas o técnico Paulo César Carpegiani deixou claro em sua última conversa com a cúpula do São Paulo: Ricardo Oliveira, cujos direitos pertencem ao Al-Jazira, dos Emirados Árabes, é peça imprescindível no planejamento de 2011. Por isso, o treinador fez um pedido especial para que seja feito o que for preciso para segurar o atleta no Morumbi por mais uma temporada.
- A direção está bem consciente sobre o assunto. O Ricardo está muito tranquilo e tem como prioridade continuar aqui. Ele pensa dessa forma, e eu gostaria muito que ele continuasse, porque precisamos ter qualidade, jogadores que decidem. Nós temos ele, e fiz esse pedido especial à direção. Não depende só da minha vontade, é uma série de coisas para acontecer – afirmou o treinador.
O diretor de futebol, João Paulo de Jesus, está cuidando pessoalmente do assunto e diz que não é fácil dobrar os dirigentes árabes. Mesmo assim, ele mantém o otimismo.
- Estamos conversando. As coisas andam lentamente, mas de maneira positiva. Sabemos que a vontade do jogador é permanecer no São Paulo e acredito que poderemos ter êxito nessa questão – afirmou o dirigente, que já apresentou duas propostas aos árabes, ambas por empréstimo. A diferença é que uma é por seis meses e a outra, até o final da próxima temporada. O Tricolor, inclusive, deve colocar alguns jogadores na negociação com parte de pagamento. A ideia é oferecer uma lista para que os dirigentes do Al-Jazira possam escolher.
O Santos também tem interesse no jogador. A cúpula da Vila Belmiro acredita que Ricardo Oliveira é a peça ideal para formar dupla com Neymar na Taça Libertadores da América do ano que vem. O camisa 99, no entanto, deixou claro: só abre negociação com o Peixe quando o Tricolor sair da parada. O atacante tem uma dívida de gratidão com o clube do Morumbi, que o recuperou nas duas lesões mais sérias que o jogador sofreu na carreira, ambas no joelho.
no São Paulo na próxima temporada
(Foto: Marcelo Prado / GLOBOESPORTE.COM)
O assunto ainda está longe de um desfecho, mas o técnico Paulo César Carpegiani deixou claro em sua última conversa com a cúpula do São Paulo: Ricardo Oliveira, cujos direitos pertencem ao Al-Jazira, dos Emirados Árabes, é peça imprescindível no planejamento de 2011. Por isso, o treinador fez um pedido especial para que seja feito o que for preciso para segurar o atleta no Morumbi por mais uma temporada.
- A direção está bem consciente sobre o assunto. O Ricardo está muito tranquilo e tem como prioridade continuar aqui. Ele pensa dessa forma, e eu gostaria muito que ele continuasse, porque precisamos ter qualidade, jogadores que decidem. Nós temos ele, e fiz esse pedido especial à direção. Não depende só da minha vontade, é uma série de coisas para acontecer – afirmou o treinador.
O diretor de futebol, João Paulo de Jesus, está cuidando pessoalmente do assunto e diz que não é fácil dobrar os dirigentes árabes. Mesmo assim, ele mantém o otimismo.
- Estamos conversando. As coisas andam lentamente, mas de maneira positiva. Sabemos que a vontade do jogador é permanecer no São Paulo e acredito que poderemos ter êxito nessa questão – afirmou o dirigente, que já apresentou duas propostas aos árabes, ambas por empréstimo. A diferença é que uma é por seis meses e a outra, até o final da próxima temporada. O Tricolor, inclusive, deve colocar alguns jogadores na negociação com parte de pagamento. A ideia é oferecer uma lista para que os dirigentes do Al-Jazira possam escolher.
O Santos também tem interesse no jogador. A cúpula da Vila Belmiro acredita que Ricardo Oliveira é a peça ideal para formar dupla com Neymar na Taça Libertadores da América do ano que vem. O camisa 99, no entanto, deixou claro: só abre negociação com o Peixe quando o Tricolor sair da parada. O atacante tem uma dívida de gratidão com o clube do Morumbi, que o recuperou nas duas lesões mais sérias que o jogador sofreu na carreira, ambas no joelho.
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