– Foi um dia complicado desde a nossa chegada. Sempre que jogamos lá, temos problemas. Uma hora é parede pintada com tinta óleo, outra é chão com componentes químicos, é complicado – afirmou o preparador-físico Sérgio Rocha que, em 2008, teve de quebrar o cadeado do vestiário para poder fazer o aquecimento dos jogadores antes do confronto.
Carpegiani abre o jogo e Zé Vitor deve ser titular
Como Carlinhos Neves, outro preparador-físico do Tricolor, estará com a Seleção Brasileira, Sérgio também voltará ao estádio carioca. Assim como o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes, que lembra perfeitamente dos acontecimentos.
– A polícia do Rio de Janeiro fez um trabalho maravilhoso, porque a torcida do Vasco estava em todos os lugares. É muito difícil a chegada até São Januário, pela localização – diz.
Lembranças boas do duelo tem Jorge Wagner, que foi decisivo e marcou um golaço de falta. O Vasco acabou rebaixado naquele ano.
– Fiz um gol e dei o passe para o outro, do Hugo. Aquele jogo foi marcante para todos. Depois, arrancamos para o título – disse o meia.