"É o meu melhor momento com a camisa do São Paulo"

Após fazer o gol da vitória no clássico, Jean aproveita folga e curte o dia com sua família

Fonte Site Oficial
Até os 47 minutos do segundo tempo, o lateral-direito Jean poderia deixar o clássico contra o Santos, no Morumbi, como o vilão da partida. No entanto, o camisa 2 não desistiu, persistiu, foi guerreiro e acabou sendo coroado com o gol da vitória sobre o Santos por 4 a 3, no último domingo à noite.
Apesar do gol salvador, o são-paulino, sempre humilde, descarta o rótulo de herói. Mas admite: foi o seu melhor momento com a camisa do São Paulo. Campeão brasileiro em 2008, Jean, suspenso na última rodada, acabou ficando fora do jogo do título diante do Goiás, fora de casa.
"Não me considero um herói. Mais foi uma participação efetiva a vitória, ainda mais se tratando de um clássico. Nunca vivi este momento no São Paulo. É o melhor momento. Está sendo maravilhoso tudo isso que está acontecendo", explicou o jogador do Tricolor Paulista.
Um dia após o triunfo no clássico, Jean aproveitou o dia de folga para curtir sua família. Primeiro, ele levou o filho na escola. Depois, um almoço com a esposa e a sogra. Momento bom para passar ao lado de pessoas queridas. Ainda mais para Jean, que sempre mostrou muito empenho e profissionalismo com a camisa do São Paulo.

Foto: Rubens Chiri
Confira a entrevista com Jean:
Como está sendo o dia após o clássico para você?
Está sendo um dia maravilhoso, muito especial. Nunca vivi este momento aqui no São Paulo. Aproveitei este dia para ficar com os meus familiares. Comprei uns jornais, vi minhas fotos já. Minha sogra gosta de ver os jornais (risos).
Antes do gol, você teve duas chances claras e perdeu. O quê passou pela sua cabeça?
A primeira coisa que pensei é que teria outra oportunidade. Sabia que minha hora iria chegar. Quando errei o primeiro gol, o Dagoberto me abraçou e deu apoio. No segundo lance, o Souto falou que eu ainda iria fazer um gol. Isso faz a diferença na equipe. É um clube unido. E tive a oportunidade de fazer.
Você se considera o herói da vitória são-paulina?
Não me considero não. Mas claro que foi um participação efetiva na vitória, ainda mais se tratando de um clássico. Todo o time estava lutando, mesmo com um a menos. Depois das duas chances que eu errei, continuei tentando e consegui fazer.
Desde a chegada de Carpegiani, seu futebol subiu muito de produção. Como explicar isso?
Eu gosto da liberdade que ele me dá em campo. Ele fala para eu fazer o que sei de melhor e para não ter medo de fazer. Não tem pressão da parte dele. Fala para jogar, pois as coisas vão dar certo. E eu me adaptei neste esquema dele.
Depois de uma vitória como essa, já dá para ter ainda mais claro o desejo de ir para a Libertadores?
Eu sempre achei possível uma vaga na Libertadores. Até mesmo de um título. Enquanto a taça não for entregue para algum time, vamos lutar até o fim. Quando a gente joga em time grande, nós temos metas. Agora, primeiro é a Libertadores. Depois, o título.

(Foto: Miguel Schincariol)
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