Não deu outra. E como o Santos tem Neymar e foi criado para jogar no ataque, deu no que deu, um jogo cheio e alternativas, eletrizante. 4 a 3! E para o tricolor, como garantira Carpegiani.
Ele só não dissera como seria. O Santos saiu na frente (Alan Patrick), o São Paulo passou bem à frente (Dagoberto, Dagoberto de novo e o gol contra de Pará) para, depois, o Santos empatar em 3 a 3, com os gols de Zé Eduardo e Neymar (de pênalti).

Como o São Paulo estava com um jogador a menos, desde a expulsão de Richarlyson, pensou-se que o jogo iria terminar daquele jeito, empatado. Qual o que!
Já no finzinho, o São Paulo cumpriu a profecia de Carpegiani com o quarto gol, o gol da vitória, através de Jean. 4 a 3!
Que clássico! Merecedor, sem dúvida, de um público maior dos aqueles vinte e poucos mil que se aventuraram a ir ao Morumbi.
