Tricolor, cada vez mais triste

Fonte Jornal da Tarde
Desta vez não foi uma derrota. Mas o São Paulo mais uma vez não teve motivo para comemorar, apesar de, neste sábado, 2, somar um ponto contra o Avaí em Santa Catarina. O futebol é pobre e, se continuar assim, o rebaixamento não será uma realidade tão distante do hexacampeão brasileiro.
A diferença da zona de risco continua em nove pontos – graças à vitória do Atlético Mineiro sobre o xará Goianiense –, mas, de qualquer maneira, o Tricolor empacou na tabela de classificação do Brasileirão ao completar o terceiro jogo sem vitória.
Os primeiros minutos já fizeram o torcedor são-paulino perceber que seria mais uma noite de sofrimento. O Avaí era o senhor das ações, chegando com facilidade ao gol. Rogério Ceni trabalhava, e muito.
A coisa estava feia. E o capitão precisou sair lá do gol para tentar corrigir o equivocado posicionamento da equipe. Ele chamou Miranda, Cleber Santana e Rodrigo Souto para uma reunião até constrangedora.

Foto: Rúbens Flores/Mafalda Press/Futura Press
Nada adiantou. O jogo continuava sendo de um time só. O Avaí martelava, martelava… O Tricolor era o espelho do aprendiz de treinador à beira do gramado. Sérgio Baresi estava assustado. Seria medo do fantasma de mais uma derrota?
A situação ficou ainda pior depois que Richarlyson foi expulso. Apesar de ter razão – foi açoitado por Bruno Silva e Alício Pena Júnior não marcou nada –, o volante, que jogava mais uma vez de lateral, xingou o árbitro e o vermelho saiu do bolso de trás do calção do mineiro.
“O nosso primeiro tempo foi muito confuso”, resumiu um pouco inspirado Lucas. Nem o garoto, lançado e defendido por Sérgio Baresi, poupou o comandante de críticas e reclamou do seu posicionamento.
“Fica difícil voltar para marcar e depois tentar encostar no Ricardo. Ele acaba ficando isolado mesmo. Vamos ver o que podemos fazer no segundo tempo, já que perdemos um jogador.”
Que sufoco!
O que Sérgio Baresi fez foi tentar não perder. Ele tirou Marlos para colocar Carlinhos Paraíba. Edson dos Santos, técnico do Avaí, perdeu o pouco de respeito que restava e tirou um zagueiro e lançou mais um atacante. As duas apostas se mostraram acertadas. O São Paulo ficou um pouco mais organizado, com os setores mais compactados, enquanto o Avaí ganhou mais presença no campo ofensivo.
Nesta batalha entre ataque e defesa, melhor para o Tricolor, que mesmo sendo sufocado pelo Avaí até o apito final, conseguiu sair ileso depois de ter levado sete gols em dois jogos e somar um ponto que lá no final pode até resolver sua vida.
“O time não está bem, não tem muito o que falar, o jeito é continuar trabalhando. Se não está dando certo, temos que continuar tentando”, afirmou Ricardo Oliveira, que recebeu o terceiro amarelo e não pega o Vitória.
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