Recuperado de lesão que o tirou de sete jogos, Ricardo Oliveira voltou com gol contra o Bugre. Neste sábado, volta a ser titular (Crédito: VIPCOMM)
Aos 30 anos, Ricardo Oliveira é duas décadas mais novo do que o Morumbi, inaugurado em 2 de outubro de 1960. Com uma sequência de quatro jogos fora de casa a partir da próxima semana, o jogo deste sábado, às 18h30, contra o Goiás, é a última chance para os atletas darem gols de presente ao estádio antes do cinquentenário.
E ninguém melhor do que o camisa 99 para ser o dono da festa. Foi no Morumbi que o atacante marcou todos os seus dez gols com a camisa do São Paulo, seis em 2006, quando fez a sua primeira passagem, e mais quatro em 2010.
– Não tenho motivação extra por jogar no nosso estádio. A motivação é a mesma, de entrar em campo e jogar futebol, seja no Morumbi ou fora. Os números mostram que ali me dou bem, mas trabalho todos os jogos para fazer gols – explicou o atacante, que, sem Fernandão, será a principal peça ofensiva da equipe.
E, se há festa, há convidados. E é justamente esse o elemento que move Ricardo Oliveira no estádio, principalmente em partidas decisivas, com casa cheia. Ao LANCENET!, garante que quando olha para as arquibancadas tomadas das cores vermelha, preta e branca, encontra a força necessária para balançar as redes.
– O que mais gosto no estádio é da torcida quando ele está lotado. Começo o jogo olhando para ela, ou mesmo quando estou no banco, paro e fico olhando, observando...
Admiração que tem a ver com sentimentos de alegria e satisfação. Na memória e em uma gravação de DVD – que assiste com certa frequência a pelo menos o primeiro tempo, em busca de energia positiva –, o atacante guarda o jogo decisivo da semifinal da Copa Libertadores de 2006, contra o Chivas (MEX), quando marcou um gol e participou da jogada dos feitos por Leandro e Mineiro, na goleada por 3 a 0. Um presente inesquecível para todos.
– O Morumbi me traz boas sensações. Quando o ônibus desce a rampa para chegar ao estádio, naquele ambiente de Libertadores, quando a torcida parece estar empurrando o ônibus... Aquilo me arrepia. Eu levanto do assento e fico admirando.
Com a equipe apenas na oitava colocação, a dez pontos do Cruzeiro, último do G3, o “clima” não é de Libertadores. Porém, não deixa de ser decisivo. Em ascensão na competição, o São Paulo precisa dos gols de Ricardo Oliveira para se manter em busca das primeiras posições. Nessa festa, o Goiás não pode ser um penetra.
Ricardo Oliveira: o 'dono da festa' tricolor
Em clima de aniversário pelos 50 anos do Morumbi, atacante quer dar o presente para o estádio
Fonte Lance!
25 de Setembro de 2010
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