
O São Paulo começou melhor, criou uma bela oportunidade com Richarlyson, marcou um gol bonito com Marlos, quase sofreu o empate numa bobeada da defesa, mas foi só um susto. No primeiro tempo, o Tricolor teve controle da partida. Aos 45, Marcelo Aparecido de Souza inventou um pênalti do Miranda no Baiano. Ridículo.
O árbitro mudou o jogo, mas não o resultado. Uma marcação assim deixa dúvida de armação da CBF. Não acredito. Pode ser má vontade, mas durante a partida a arbitragem não comprovou uma “teoria de conspiração”. Primeiro, foi o único erro do árbitro. Segundo, o São Paulo quase marcou o terceiro numa jogada irregular, quando Vicente Romando Neto deu condição legal ao Ricardo Oliveira. Portanto, como sempre digo, é muito mais dificil árbitro decidir jogo do que o jogador. O São Paulo foi lá e buscou a vitória. Quando o time joga bem, não tem árbitro que atrapalhe. Contra o Galo, fora de casa, o São Paulo também sofreu um pênalti inventado e ganhou.
No segundo tempo, o São Paulo enfrentou uma retranca. Só conseguiu finalizar de fora da área, com Jorge Wagner. Ricardo Oliveira entrou no intervalo. Depois, Baresi tirou Marlos e colocou Dagoberto. Marlos não estava mal, mas não dava para deixar o time com quatro atacantes que não marcam. Seria um suicídio diante de um time que estava armando o contra-ataque rápido. Baresi acertou e foi premiado com o segundo gol. Jorge Wagner bateu escanteio no primeiro pau, Richarlyson raspou, Dagoberto mandou no travessão, no rebote Ricardo marcou de canela. Foi uma vitória merecida. O Guarani terminou o jogo pressionando, mas quase tomou o terceiro.
O São Paulo tem obrigação de vencer o Goiás, no Morumbi.

