Nação do Maior do Mundo;
O jogo desta quinta diante do Internacional não será encarado como “vingança” pelo Maior do Mundo.
Primeiro porque uma competição não tem nada a ver com a outra. Se o tricolor perdeu para o Colorado nas semifinais da Libertadores, é porque ele não teve competência no saldo dos dois jogos, principalmente o primeiro. Libertadores é mata-mata onde vale o momento; e Brasileirão é pontos corridos, onde vale a regularidade. Nada semelhante.
Segundo porque alimentar esse tipo de sentimento é típica coisa de clube pequeno. A mídia pode lembrar e vender notícia, o torcedor pode falar e se inflamar, mas um clube com o maior número de títulos relevantes e faturamento em receitas do Brasil como é o São Paulo simplesmente entrará em campo para ganhar, como faria em qualquer outra partida. O foco hoje em dia é outro. Vamos jogar essas próximas quatro rodadas pelo nosso futuro no Brasileirão e lutar para, no mínimo, voltar a competição em que ganhamos mais canecos de todos os clubes brasileiros.
Para isso é importante a presença da torcida em casa, incentivando os jogadores durante os noventa minutos e, se preciso, até no intervalo. Também é preciso que Baresi não falhe em sua escalação e no andamento do jogo. E também é preciso que os jogadores foquem nos resultados, como foi em 2008, quando estávamos quase na mesma situação que hoje. E jogar para ganhar. Simplesmente ganhar.
Sem ressentimentos: Para um clube como o São Paulo a vitória está muito acima da “vingança”.
Nos vemos lá no Morumbi.
Saudações tricolores!
Vingança é coisa de clube pequeno
Fonte Blog do Torcedor
16 de Setembro de 2010
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