Com reação, Ceni faz contas para São Paulo brigar por título

Fonte Terra

Capitão são-paulino projeta 13 a 14 vitórias para que São Paulo brigue por título
O discurso dos jogadores do São Paulo, que era o de descartar o título antes das três vitórias seguidas, mudou. O assunto, antes tratado como um objetivo distante e difícil, passou a ser possível. E ninguém melhor do que Rogério Ceni para liderar a corrente. O capitão são-paulino, após triunfo frente ao Flamengo, pegou a calculadora e já começou a fazer contas.
"Temos de ganhar de 13 a 14 de 18 (partidas), assim vamos brigar lá em cima. Um time com menos de 20 vitórias não dá para ser campeão. Temos de ter um aproveitamento alto, acima de 80%, senão não poderemos esperar título. Agora, vislumbramos uma nova possibilidade, olhamos para frente", refletiu Ceni.
"Nós também falávamos que a situação era complicada, por estarmos próximos da parte de baixo da tabela. Agora, com três vitórias, vislumbramos outras possibilidades. Temos de seguir nosso caminho. Se continuarmos vencendo, vamos para outra parte da tabela. Temos jogos difíceis pela frente, nesses vamos dar a diretriz do que podemos fazer até o fim do campeonato. Agora melhor do que nos encontrávamos há oito dias", disse também o goleiro, após o 925º jogo pelo clube.
Se conseguir este mínimo de triunfos, o time do Morumbi vai atingir pontuação acima do que fez do Flamengo o campeão ano passado. Não garante título, já que continua sendo inferior ao que o próprio São Paulo conseguiu nas três conquistas anteriores com o mesmo número de rodadas, mas ao menos vai mantê-lo na briga entre os primeiros colocados.
"Quero ser campeão. Se não for, quero jogar a Libertadores ano que vem. É difícil para o São Paulo viver sem essa competição", reconheceu Ceni.
Em 2008, quando o camisa 1 resolveu usar a matemática no futebol, deu certo. Faltando sete rodadas para o fim, a três pontos do líder, ele disse que era preciso ao menos cinco vitórias. Com seis e um empate, o hexa aconteceu e a taça ficou no Morumbi pelo terceiro ano consecutivo.
Nos dois últimos anos, o time tricolor teve de se recuperar, como vislumbra no atual Brasileiro. Em 2008, após estar a 11 pontos de distância do líder, conseguiu arrancar até a conquista. Ano passado, após demissão do tricampeão Muricy Ramalho, Ricardo Gomes assumiu o time em 16º lugar. O auge foi na 32ª rodada, quando atingiu a ponta, mantida até o penúltimo jogo - derrotado, largou a liderança, terminou o torneio na terceira posição e levou a Libertadores como consolação.
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