Rogério Ceni e Jorge Wagner são homenageados pela diretoria tricolor
Goleiro, que completou 20 anos de clube, recebeu um troféu e viu o resto do time entrar com uma camisa comemorativa. Já o meia chegou aos 200 jogos
Fonte Globo Esporte
9 de Setembro de 2010
A noite desta quarta-feira foi de muita festa no estádio do Morumbi. O goleiro Rogério, que na última terça-feira completou 20 anos de clube, e o meia Jorge Wagner, que diante do Flamengo chegou ao jogo de número 200 pelo Tricolor, foram homenageados pela diretoria do clube do Morumbi.

Rogério Ceni foi o primeiro agraciado da noite. Todos os jogadores entraram em campo com uma camisa com o número 1, usada pelo atleta por duas décadas. Na sequência, ele recebeu um troféu das mãos do presidente Juvenal Juvenal Juvêncio.
Jorge Wagner também teve seu momento de glória na noite. O baiano de Salvador, que chegou ao São Paulo em 2007 por empréstimo e acabou contratado em definitivo um ano depois, recebeu uma placa das mãos de Juvenal Juvêncio. O curioso é que recentemente o atleta esteve muito perto de deixar o Tricolor. Insatisfeito com sua condição de reserva, ele pensou em aceitar uma proposta do Bahia, time que o revelou para o futebol, para atuar no restante do Campeonato Brasileiro da Série B já que, em 2011, ele jogará no Kashiwa Reysol (JAP). Após uma conversa com o auxiliar técnico Mílton Cruz, o camisa 7 decidiu ficar e, contra o Flamengo, começou jogando como titular.


Rogério Ceni foi o primeiro agraciado da noite. Todos os jogadores entraram em campo com uma camisa com o número 1, usada pelo atleta por duas décadas. Na sequência, ele recebeu um troféu das mãos do presidente Juvenal Juvenal Juvêncio.
Jorge Wagner também teve seu momento de glória na noite. O baiano de Salvador, que chegou ao São Paulo em 2007 por empréstimo e acabou contratado em definitivo um ano depois, recebeu uma placa das mãos de Juvenal Juvêncio. O curioso é que recentemente o atleta esteve muito perto de deixar o Tricolor. Insatisfeito com sua condição de reserva, ele pensou em aceitar uma proposta do Bahia, time que o revelou para o futebol, para atuar no restante do Campeonato Brasileiro da Série B já que, em 2011, ele jogará no Kashiwa Reysol (JAP). Após uma conversa com o auxiliar técnico Mílton Cruz, o camisa 7 decidiu ficar e, contra o Flamengo, começou jogando como titular.

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