Investidor propõe fazer estádio no Campo de Marte
Fonte O Estado de S.Paulo
Por Getúlio
Depois do Piritubão, uma nova proposta começa a ser desenhada para resolver o problema da falta de estádio em São Paulo para abrigar a abertura da Copa do Mundo de 2014. A ideia é construir uma arena na região do Aeroporto do Campo de Marte, na zona norte da capital, e aproveitar a estrutura do futuro Trem de Alta Velocidade (TAV), entre Campinas, São Paulo e Rio.
O plano foi proposto pelo presidente da empresa EDLP, Guilherme Quintella, que está criando um fundo de investimento parar disputar a concessão do trem-bala, previsto para ser leiloado em dezembro. De acordo com a proposta, o vencedor do empreendimento seria responsável por erguer o estádio.
Quintella afirma que o projeto ainda precisa passar por um estudo de viabilidade técnica e financeira, mas garante que há espaço no local para a construção de uma arena. "Depois de excluírem o Morumbi e o governo afirmar que não vai colocar dinheiro público em estádios, essa pode ser uma boa opção para resolver o problema", diz o executivo, que foi presidente da extinta Agência de Desenvolvimento do Trem Rápido entre Municípios (AD-Trem) - associação criada por 22 gigantes internacionais, como Siemens e Alstom, para convencer o governo brasileiro da importância do trem-bala.
Ele explica que, para o vencedor do TAV, o estádio seria uma obra adicional, que poderia elevar a receita. Por lei, parte dos ganhos adicionais tem de ser repassada para o consumidor. A outra parcela é embolsada pela detentora da concessão. O modelo é adotado em outras partes do mundo, onde os concessionários constroem shoppings, condomínios e centros comerciais próximos das estações de trens. Embora o terreno seja federal, a proposta precisa ter aval da Prefeitura de São Paulo, diz Quintella.
O plano foi proposto pelo presidente da empresa EDLP, Guilherme Quintella, que está criando um fundo de investimento parar disputar a concessão do trem-bala, previsto para ser leiloado em dezembro. De acordo com a proposta, o vencedor do empreendimento seria responsável por erguer o estádio.
Quintella afirma que o projeto ainda precisa passar por um estudo de viabilidade técnica e financeira, mas garante que há espaço no local para a construção de uma arena. "Depois de excluírem o Morumbi e o governo afirmar que não vai colocar dinheiro público em estádios, essa pode ser uma boa opção para resolver o problema", diz o executivo, que foi presidente da extinta Agência de Desenvolvimento do Trem Rápido entre Municípios (AD-Trem) - associação criada por 22 gigantes internacionais, como Siemens e Alstom, para convencer o governo brasileiro da importância do trem-bala.
Ele explica que, para o vencedor do TAV, o estádio seria uma obra adicional, que poderia elevar a receita. Por lei, parte dos ganhos adicionais tem de ser repassada para o consumidor. A outra parcela é embolsada pela detentora da concessão. O modelo é adotado em outras partes do mundo, onde os concessionários constroem shoppings, condomínios e centros comerciais próximos das estações de trens. Embora o terreno seja federal, a proposta precisa ter aval da Prefeitura de São Paulo, diz Quintella.
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