Antes da 'decisão', coruja testa superstição de são-paulinos
Fonte Gazeta Esportiva
5 de Abril de 2010
Sorte ou azar? Uma coruja apareceu no Centro de Treinamento da Barra Funda nesta segunda-feira e suscitou questões em relação à superstição do elenco do São Paulo, que está prestes a disputar um jogo decisivo pelo Campeonato Paulista. Apontada popularmente como símbolo de inteligência para alguns e sinal de mau agouro para outros, a ave atraiu flashes e gerou a curiosidade dos jogadores, rápidos em descartar qualquer problema com a 'visita'.
"Não acredito muito nessas coisas, mas respeito quem acredita. Só acho bonito ver a natureza, e ela é bem-vinda aqui", afirmou o volante Rodrigo Souto, sorrindo.
A pequena coruja, que já foi vista caçando outras aves nas árvores do CT, pousou próxima dos pôsteres dos principais títulos do Tricolor. Mas não causou temor ao grupo.
No primeiro dia de treinos para o jogo decisivo contra o Santo André, que vale a classificação do São Paulo para a semifinal do Paulistão, Junior Cesar assegurou que a superstição não atrapalha a eficiência da equipe para o duelo da noite de quarta-feira.
"Essas corujas aparecem por aqui mesmo. Mas estamos fazendo nosso trabalho e nos dedicamos ao que temos que fazer no dia-a-dia. Esperamos não ter azar daqui para frente", brincou.
Antes da coruja, o CT já chamara a atenção nos últimos meses pela presença de outras aves. Um casal de pavões, que foi dado de presente ao Tricolor pelo ex-zagueiro Oscar, passeia livremente pelo local e até aumentou a família com dois filhotes, mas um dos pequenos acabou morrendo.
"Não acredito muito nessas coisas, mas respeito quem acredita. Só acho bonito ver a natureza, e ela é bem-vinda aqui", afirmou o volante Rodrigo Souto, sorrindo.
A pequena coruja, que já foi vista caçando outras aves nas árvores do CT, pousou próxima dos pôsteres dos principais títulos do Tricolor. Mas não causou temor ao grupo.
No primeiro dia de treinos para o jogo decisivo contra o Santo André, que vale a classificação do São Paulo para a semifinal do Paulistão, Junior Cesar assegurou que a superstição não atrapalha a eficiência da equipe para o duelo da noite de quarta-feira.
"Essas corujas aparecem por aqui mesmo. Mas estamos fazendo nosso trabalho e nos dedicamos ao que temos que fazer no dia-a-dia. Esperamos não ter azar daqui para frente", brincou.
Antes da coruja, o CT já chamara a atenção nos últimos meses pela presença de outras aves. Um casal de pavões, que foi dado de presente ao Tricolor pelo ex-zagueiro Oscar, passeia livremente pelo local e até aumentou a família com dois filhotes, mas um dos pequenos acabou morrendo.
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