Para o São Paulo, 3 a 0 é luxo na Libertadores
No torneio, time não vencia por três gols de diferença há três anos
Fonte Lance!
19 de Março de 2010
Uma vitória tranquila em casa. É o que todos os torcedores esperam na Copa Libertadores, mas não tem feito parte da rotina do São Paulo.
Diante do Nacional (PAR), a equipe conquistou a maior vantagem de gols nos últimos 13 jogos no Morumbi pelo torneio continental.
Desde 4 de abril de 2007, quando venceu o Necaxa (MEX) por 3 a 0, o Tricolor não abria essa margem sobre o adversário. Naquela ocasião, Souza, Hugo e Miranda, único remanescente, marcaram os gols.
Antes do passeio de quinta-feira à noite, mesmo tendo enfrentado rivais fracos como Audax (CHI) e Sportivo Luqueño (PAR), eram dois empates, sete vitórias por diferença mínima, duas por 2 a 0 e a fatídica derrota para o Cruzeiro, que eliminou o clube da última edição e custou o cargo de Muricy Ramalho.
Até os 29 minutos do primeiro tempo, o cenário era parecido com o de outros jogos. A superioridade são-paulina era clara, mas o jogo não fluía. Os gols de Dagoberto e Léo Lima abriram as portas da zaga rival.
À frente, no segundo tempo, sobrou espaço para o Tricolor tocar a bola. O preciosismo em alguns lances e a trave no desvio de Fernandinho impediram goleada ainda maior do novo líder. Washington, após passe de Dagol para Richarlyson, fez o único gol dos últimos 45 minutos.
Com a vitória, a equipe do Morumbi passa a ter oito gols em quatro jogos na atual Libertadores, média de dois por partida. Número que anima os torcedores. A decisão será dentro de casa contra o Once Caldas. Mais uma “goleada† à vista?
Diante do Nacional (PAR), a equipe conquistou a maior vantagem de gols nos últimos 13 jogos no Morumbi pelo torneio continental.
Desde 4 de abril de 2007, quando venceu o Necaxa (MEX) por 3 a 0, o Tricolor não abria essa margem sobre o adversário. Naquela ocasião, Souza, Hugo e Miranda, único remanescente, marcaram os gols.
Antes do passeio de quinta-feira à noite, mesmo tendo enfrentado rivais fracos como Audax (CHI) e Sportivo Luqueño (PAR), eram dois empates, sete vitórias por diferença mínima, duas por 2 a 0 e a fatídica derrota para o Cruzeiro, que eliminou o clube da última edição e custou o cargo de Muricy Ramalho.
Até os 29 minutos do primeiro tempo, o cenário era parecido com o de outros jogos. A superioridade são-paulina era clara, mas o jogo não fluía. Os gols de Dagoberto e Léo Lima abriram as portas da zaga rival.
À frente, no segundo tempo, sobrou espaço para o Tricolor tocar a bola. O preciosismo em alguns lances e a trave no desvio de Fernandinho impediram goleada ainda maior do novo líder. Washington, após passe de Dagol para Richarlyson, fez o único gol dos últimos 45 minutos.
Com a vitória, a equipe do Morumbi passa a ter oito gols em quatro jogos na atual Libertadores, média de dois por partida. Número que anima os torcedores. A decisão será dentro de casa contra o Once Caldas. Mais uma “goleada† à vista?
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