O superintendente de futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha, está tendo preocupações em sua carreira política. O dirigente tricolor, filiado ao partido Democratas, teve o mandato cassado por suposta captação ilicita de recursos durante a campanha eleitoral de 2008.
Além do são-paulino, o prefeito Gilberto Kassab, a vice-prefeita Alda Marco Antonio, ligados ao mesmo partido, foram afetados pela decisão do juiz Aloísio Sérgio Rezende Silveira, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo. Contudo, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral, o prefeito e sua vice receberam efeito suspensivo por terem entrado com recurso e poderão ficar nos cargos até o final do julgamento.
A situação de Cunha e de mais sete vereadores envolvidos no processo - Antonio Donato (PT), Arselino Tatto (PT), Gilberto Natalini (PSDB), Italo Cardoso (PT), José Américo (PT), José Police Neto (PSDB) e Juliana Cardoso (PT) - ainda não está resolvida. Os membros do Legislativo não deram entrada com o recurso e, por isso, ainda não foram beneficiados pelo efeito suspensivo, o que ocorre automaticamente por causa de dispositivos da própria legislação.
No ano passado, o mesmo juiz cassou os mandatos de outros 16 vereadores, que receberam o efeito suspensivo por terem recorrido da sentença. O caso, agora, aguarda análise de sete juízes do TRE-SP.
Marco Aurélio Cunha é medico e foi eleito na cidade de São Paulo com 38.421 votos. Seu mandato vai até 2012.
Marco Aurélio Cunha tem mandato de vereador ameaçado
Fonte Gazeta Esportiva
23 de Fevereiro de 2010
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