A tática agora é fazer rodízio nos treinos
Fonte Jornal da Tarde
6 de Fevereiro de 2010
O rodízio de jogadores nas partidas do São Paulo neste início de temporada já acabou, mas a estafante sequência de jogos obrigou o técnico Ricardo Gomes a estabelecer um novo tipo de revezamento entre seus comandados. Agora, nos treinos.
Mantendo-se fiel ao seu planejamento para chegar tinindo na estreia na Libertadores, o treinador poupa titulares dos trabalhos mais puxados para ter força máxima tanto no clássico de amanhã contra o Santos como no duelo contra os mexicanos do Monterrey.
Ontem de manhã, seis jogadores foram liberados mais cedo para ir tomar banho: Hernanes, Dagoberto, Miranda, Xandão, Jean e Richarlyson . Outros titulares, como Washington, Marcelinho Paraíba, Jorge Wagner e Renato Silva continuaram em campo, mas só observando os reservas treinarem finalização.
Jean está cansado
A tática da comissão técnica é clara: resguardar os titulares para tentar chegar à liderança no Paulistão e fazer uma estreia com pé direito na competição continental. “Todos estão cansados e o trabalho de recuperação tem de ser bem feito aos poucos. Se o jogo fosse amanhã (hoje), os titulares não estariam relacionados. Mas se a avaliação amanhã for boa, eles devem jogar. Vai depender da conversa que teremos†, explicou o treinador, que deve escalar o que tem de melhor nos dois jogos.
O ala Jean, um dos poupados, admitiu que está cansado, assim como os colegas que foram titulares nos últimos jogos. “Se eu falar que não estou cansado, é mentira. Mas até me surpreendi, achei que estaria mais. Quero esperar para ver amanhã (hoje), mas acho que vou para o jogo mesmo sem estar 100%†. Nesta temporada, Jean entrou em campo em cinco dos seis jogos. Só ficou de fora da partida contra o Sertãozinho no último domingo.
Culpa da tabela
Ricardo Gomes atribuiu à tabela, com muitos jogos em intervalo curto de tempo, a dificuldade para preparar melhor sua equipe para duas partidas importantes com apenas três dias de diferença entre uma e outra.
O técnico fez coro às reclamações que Muricy Ramalho fazia na época em que comandava o Tricolor. O treinador que hoje está no Palmeiras não perdia a oportunidade de alfinetar a Federação Paulista quando havia um clássico antes de uma partida da Libertadores.
“Não sabia que o Muricy também reclamava. O ideal, claro, era ter um tempo maior de preparação para cada um dos jogos. Mas se já era assim antes de eu chegar aqui, não vai ser agora que vai mudar .†
Mantendo-se fiel ao seu planejamento para chegar tinindo na estreia na Libertadores, o treinador poupa titulares dos trabalhos mais puxados para ter força máxima tanto no clássico de amanhã contra o Santos como no duelo contra os mexicanos do Monterrey.
Ontem de manhã, seis jogadores foram liberados mais cedo para ir tomar banho: Hernanes, Dagoberto, Miranda, Xandão, Jean e Richarlyson . Outros titulares, como Washington, Marcelinho Paraíba, Jorge Wagner e Renato Silva continuaram em campo, mas só observando os reservas treinarem finalização.
Jean está cansado
A tática da comissão técnica é clara: resguardar os titulares para tentar chegar à liderança no Paulistão e fazer uma estreia com pé direito na competição continental. “Todos estão cansados e o trabalho de recuperação tem de ser bem feito aos poucos. Se o jogo fosse amanhã (hoje), os titulares não estariam relacionados. Mas se a avaliação amanhã for boa, eles devem jogar. Vai depender da conversa que teremos†, explicou o treinador, que deve escalar o que tem de melhor nos dois jogos.
O ala Jean, um dos poupados, admitiu que está cansado, assim como os colegas que foram titulares nos últimos jogos. “Se eu falar que não estou cansado, é mentira. Mas até me surpreendi, achei que estaria mais. Quero esperar para ver amanhã (hoje), mas acho que vou para o jogo mesmo sem estar 100%†. Nesta temporada, Jean entrou em campo em cinco dos seis jogos. Só ficou de fora da partida contra o Sertãozinho no último domingo.
Culpa da tabela
Ricardo Gomes atribuiu à tabela, com muitos jogos em intervalo curto de tempo, a dificuldade para preparar melhor sua equipe para duas partidas importantes com apenas três dias de diferença entre uma e outra.
O técnico fez coro às reclamações que Muricy Ramalho fazia na época em que comandava o Tricolor. O treinador que hoje está no Palmeiras não perdia a oportunidade de alfinetar a Federação Paulista quando havia um clássico antes de uma partida da Libertadores.
“Não sabia que o Muricy também reclamava. O ideal, claro, era ter um tempo maior de preparação para cada um dos jogos. Mas se já era assim antes de eu chegar aqui, não vai ser agora que vai mudar .†
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