Thierry Henry abre processo milionário contra o São Paulo por negligência médica
Fonte SPFC.net
28 de Outubro de 2026
O São Paulo enfrenta uma ação trabalhista de aproximadamente R$ 4,24 milhões movida pelo atacante Thierry Henry, de 19 anos, que passou pelas categorias de base do clube. O jogador alega negligência médica no tratamento de lesões e afirma que as falhas comprometeram sua carreira e suas chances de chegar ao elenco profissional.
O processo inclui pedidos de indenização por danos morais, despesas médicas passadas e futuras, além de férias e outras verbas contratuais. Segundo a defesa, o clube falhou no diagnóstico e no tratamento de problemas no púbis e no quadríceps.
Um dos episódios citados ocorreu em outubro de 2025, após uma partida contra o Vitória, na qual Henry marcou um gol. O atacante relatou dores na região púbica, mas, conforme a ação, recebeu orientação para fazer exercícios na esteira. A defesa afirma que o São Paulo demorou cerca de três meses para solicitar exames de imagem, período em que o jogador procurou atendimento médico por conta própria.
Os exames posteriores teriam identificado alterações importantes. Mesmo assim, de acordo com o relato apresentado à Justiça, Henry continuou sendo liberado para treinar e recebeu medicações injetáveis.
A ação também aponta um déficit significativo de força no quadríceps do atleta. Apesar do resultado de um teste físico, ele teria sido autorizado a voltar a jogar pouco tempo depois, quando sofreu uma nova lesão.
A defesa sustenta que o atacante tinha potencial para alcançar a equipe principal e cita a multa rescisória de 60 milhões de euros como um dos elementos para argumentar sobre seu valor profissional. O montante cobrado reúne indenizações, despesas relacionadas ao tratamento e verbas previstas no contrato.
Procurado sobre o caso, o São Paulo informou que se manifestará oficialmente após receber a citação judicial e ter acesso aos detalhes do processo.
Informações de bastidores apontam, por outro lado, que o clube considera que houve falta de empenho do jogador após a renovação contratual. Henry também teria manifestado interesse em deixar o São Paulo em março deste ano.
As acusações apresentadas no processo ainda dependem de análise judicial, e o clube não havia apresentado sua defesa formal até o momento descrito nas informações disponíveis.
São Paulo, Thierry Henry, ação trabalhista, negligência médica, categorias de base, indenização milionária, lesão no púbis, futebol brasileiro.
O processo inclui pedidos de indenização por danos morais, despesas médicas passadas e futuras, além de férias e outras verbas contratuais. Segundo a defesa, o clube falhou no diagnóstico e no tratamento de problemas no púbis e no quadríceps.
Um dos episódios citados ocorreu em outubro de 2025, após uma partida contra o Vitória, na qual Henry marcou um gol. O atacante relatou dores na região púbica, mas, conforme a ação, recebeu orientação para fazer exercícios na esteira. A defesa afirma que o São Paulo demorou cerca de três meses para solicitar exames de imagem, período em que o jogador procurou atendimento médico por conta própria.
Os exames posteriores teriam identificado alterações importantes. Mesmo assim, de acordo com o relato apresentado à Justiça, Henry continuou sendo liberado para treinar e recebeu medicações injetáveis.
A ação também aponta um déficit significativo de força no quadríceps do atleta. Apesar do resultado de um teste físico, ele teria sido autorizado a voltar a jogar pouco tempo depois, quando sofreu uma nova lesão.
A defesa sustenta que o atacante tinha potencial para alcançar a equipe principal e cita a multa rescisória de 60 milhões de euros como um dos elementos para argumentar sobre seu valor profissional. O montante cobrado reúne indenizações, despesas relacionadas ao tratamento e verbas previstas no contrato.
Procurado sobre o caso, o São Paulo informou que se manifestará oficialmente após receber a citação judicial e ter acesso aos detalhes do processo.
Informações de bastidores apontam, por outro lado, que o clube considera que houve falta de empenho do jogador após a renovação contratual. Henry também teria manifestado interesse em deixar o São Paulo em março deste ano.
As acusações apresentadas no processo ainda dependem de análise judicial, e o clube não havia apresentado sua defesa formal até o momento descrito nas informações disponíveis.
São Paulo, Thierry Henry, ação trabalhista, negligência médica, categorias de base, indenização milionária, lesão no púbis, futebol brasileiro.
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