Eleição no São Paulo: Marcelinho Portugal se candidata a presidente e lança chapa 'São Paulo De Volta'
A três meses da eleição no São Paulo, a oposição oficializou Marcelo Portugal
Fonte SPFC.net
26 de Setembro de 2026
A três meses da votação que definirá o comando do São Paulo para o triênio 2027–2029, os bastidores políticos do Morumbi fervem em direções completamente opostas. De um lado, a oposição sacramentou sua unidade ao lançar oficialmente a chapa "São Paulo De Volta", encabeçada pelo advogado e conselheiro vitalício Marcelo Portugal Gouvêa. Do outro, a situação tricolor patina em um impasse severo após a desistência de seu principal nome de consenso e ainda tenta encontrar um candidato competitivo para o pleito de dezembro.
A tranquilidade oposicionista começou a se desenhar após o recuo do ex-presidente da CBF, Rogério Caboclo, que chegou a receber sinal verde público do atual mandatário do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior, mas acabou desistindo da corrida eleitoral em meados de agosto. Com o caminho livre, três grandes blocos — Salve o Tricolor Paulista, Novo São Paulo e Força São Paulo — enterraram o risco de cisão e fecharam fileiras em torno de "Marcelinho", filho do histórico presidente homônimo que esteve à frente da agremiação entre 2002 e 2006.
A chapa oposicionista já tem seu esqueleto montado para a inscrição: Eduardo Alfano Vieira concorre como vice-presidente de diretoria, enquanto Fábio Mariz de Oliveira disputará o comando do Conselho Deliberativo, com indicação de vice reservada ao grupo de Olten Ayres. No discurso de lançamento, Marcelo subiu o tom contra o atual modelo administrativo do clube.
— Eu não prometo milagre. Prometo encarar os problemas de frente. Gastar menos e gastar melhor. Trabalhar com mais profissionalismo, mais planejamento e mais inteligência. E, principalmente: tendo a honestidade como rotina, não só como promessa de campanha. Não há caminho de volta que possa ser traçado pelas mesmas pessoas que nos trouxeram até aqui — disparou o candidato.
Enquanto a oposição acelera a campanha nas redes e nos corredores, o bloco governista bate cabeça. O empresário Adilson Alves Martins, conselheiro e assessor financeiro da gestão Harry Massis, era a aposta mais forte para representar o grupo, mas jogou a toalha alegando impossibilidade de conciliar suas atividades empresariais privadas com a dedicação integral que a presidência são-paulina exige.
A desistência forçou reuniões de emergência entre as lideranças da situação para redesenhar a estratégia. O próprio presidente Harry Massis, ligado ao grupo Vanguarda, aparece entre as alternativas em pauta, mas viu seu capital político definhar nos bastidores e ainda não bateu o martelo sobre tentar ou não a reeleição.
Nomes alternativos também entraram no radar das conversas, como Vinícius Medeiros (Legião), José Edgard Galvão (Somos SPFC) e José Roberto Canassa (Vanguarda). No entanto, resistências internas e recuos prévios de nomes como Fernando Ambrogi "Chapecó" (Sempre Tricolor) e Themistocles Almeida (Participação) mantêm o clima de incerteza. A promessa dos articuladores da situação é intensificar as reuniões para fechar um concorrente oficial até o término da próxima semana, esquentando de vez a disputa pelo futuro do São Paulo.
A tranquilidade oposicionista começou a se desenhar após o recuo do ex-presidente da CBF, Rogério Caboclo, que chegou a receber sinal verde público do atual mandatário do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior, mas acabou desistindo da corrida eleitoral em meados de agosto. Com o caminho livre, três grandes blocos — Salve o Tricolor Paulista, Novo São Paulo e Força São Paulo — enterraram o risco de cisão e fecharam fileiras em torno de "Marcelinho", filho do histórico presidente homônimo que esteve à frente da agremiação entre 2002 e 2006.
A chapa oposicionista já tem seu esqueleto montado para a inscrição: Eduardo Alfano Vieira concorre como vice-presidente de diretoria, enquanto Fábio Mariz de Oliveira disputará o comando do Conselho Deliberativo, com indicação de vice reservada ao grupo de Olten Ayres. No discurso de lançamento, Marcelo subiu o tom contra o atual modelo administrativo do clube.
— Eu não prometo milagre. Prometo encarar os problemas de frente. Gastar menos e gastar melhor. Trabalhar com mais profissionalismo, mais planejamento e mais inteligência. E, principalmente: tendo a honestidade como rotina, não só como promessa de campanha. Não há caminho de volta que possa ser traçado pelas mesmas pessoas que nos trouxeram até aqui — disparou o candidato.
Enquanto a oposição acelera a campanha nas redes e nos corredores, o bloco governista bate cabeça. O empresário Adilson Alves Martins, conselheiro e assessor financeiro da gestão Harry Massis, era a aposta mais forte para representar o grupo, mas jogou a toalha alegando impossibilidade de conciliar suas atividades empresariais privadas com a dedicação integral que a presidência são-paulina exige.
A desistência forçou reuniões de emergência entre as lideranças da situação para redesenhar a estratégia. O próprio presidente Harry Massis, ligado ao grupo Vanguarda, aparece entre as alternativas em pauta, mas viu seu capital político definhar nos bastidores e ainda não bateu o martelo sobre tentar ou não a reeleição.
Nomes alternativos também entraram no radar das conversas, como Vinícius Medeiros (Legião), José Edgard Galvão (Somos SPFC) e José Roberto Canassa (Vanguarda). No entanto, resistências internas e recuos prévios de nomes como Fernando Ambrogi "Chapecó" (Sempre Tricolor) e Themistocles Almeida (Participação) mantêm o clima de incerteza. A promessa dos articuladores da situação é intensificar as reuniões para fechar um concorrente oficial até o término da próxima semana, esquentando de vez a disputa pelo futuro do São Paulo.
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