O São Paulo Futebol Clube enfrenta um momento delicado fora das quatro linhas. O atraso no pagamento de salários na carteira de trabalho (CLT) e dos direitos de imagem acendeu o sinal de alerta no MorumBIS, motivando reuniões internas do elenco para debater a situação financeira e prestar apoio aos atletas com vencimentos defasados.
A crise de fluxo de caixa atinge vencimentos recentes e compromissos passados, gerando apreensão nos bastidores em meio a momento decisivo da temporada.
Salários atrasados e 'pacto' no vestiário tricolor
O cenário de débitos do clube com o grupo profissional envolve diferentes acordos e parcelas pendentes:
- Vencimentos pendentes: O Tricolor acumula três meses de direitos de imagem em atraso (referentes a junho, julho e agosto de 2026), além do salário em CLT vencido no último dia 8 de setembro;
- União do grupo: Lideranças do elenco organizaram uma reunião para formar um "pacto" interno, com o intuito de apoiar financeiramente companheiros que enfrentam maior impacto com os atrasos;
- Acordo não honrado: A gestão comandada por Harry Massis quitou apenas cinco das dez parcelas do acordo firmado referente a direitos de imagem pendentes do ano anterior;
- Premiações pontuais: Apesar dos atrasos salariais, o grupo recebeu premiações recentes ("bicho") pelas vitórias diante de Red Bull Bragantino e Atlético-MG.
Guerra política e o contrato com a Ticketmaster
A diretoria são-paulina justifica a escassez de caixa pela intensa disputa política interna, que vem travando a validação de aportes financeiros estratégicos.
A principal aposta para estancar a crise é a aprovação final do contrato com a Ticketmaster. Já chancelado pelo Conselho de Administração, o acordo prevê um adiantamento de R$ 110 milhões em até 45 dias após a assinatura, mas enfrenta resistência da oposição no Conselho Deliberativo.
E você, torcedor são-paulino? Acredita que a instabilidade financeira e a guerra política podem prejudicar o rendimento do time nas decisões? Deixe sua opinião nos comentários!
