Cauly voltou a ser titular do São Paulo na derrota por 1 a 0 para a Chapecoense e, além da discussão sobre seu desempenho dentro de campo, uma questão contratual começa a chamar atenção nos bastidores do Tricolor.
Emprestado pelo Bahia até o fim da temporada, o meia está se aproximando da meta que pode acionar uma cláusula de compra obrigatória. O gatilho está relacionado ao número de partidas em que o jogador permanece por pelo menos 45 minutos em campo.
Com os 76 minutos disputados diante da Chapecoense, Cauly chegou a 14 jogos válidos para a contagem. Ao alcançar 20 partidas dentro desse critério, o São Paulo terá de adquirir parte dos direitos econômicos do jogador.
Faltam seis partidas para atingir a meta
A conta agora merece atenção. Cauly precisa disputar mais seis partidas permanecendo pelo menos 45 minutos em campo para chegar aos 20 jogos previstos no acordo.
Caso isso aconteça, será acionada a obrigação de compra estabelecida na negociação com o Bahia.
O São Paulo terá de pagar 2 milhões de euros, valor na casa dos R$ 12 milhões, por 50% dos direitos econômicos do meia.
Cauly ainda não conseguiu se firmar no São Paulo
A proximidade do gatilho contratual chama ainda mais atenção pelo desempenho apresentado pelo jogador desde sua chegada ao MorumBIS.
Cauly foi contratado como uma alternativa para aumentar a criatividade do meio-campo, mas ainda não conseguiu se transformar em protagonista da equipe.
Até a partida contra a Chapecoense, o camisa 80 acumulava 23 jogos e 1.072 minutos pelo São Paulo. Seu único gol foi marcado de pênalti contra o Coritiba.
O meia também perdeu espaço em determinado momento da temporada e chegou a passar seis partidas consecutivas sem entrar em campo.
Dorival voltou a apostar no meia
Nas últimas partidas, entretanto, Cauly voltou a receber oportunidades de Dorival Júnior.
Contra a Chapecoense, o treinador colocou o jogador entre os titulares. Cauly permaneceu em campo durante 76 minutos antes de ser substituído por Pedro Ferreira.
A utilização foi importante também do ponto de vista contratual, já que acrescentou mais uma partida à contagem que pode levar à compra obrigatória.
Se Dorival mantiver Cauly entre os jogadores mais utilizados, a marca de 20 partidas pode ser alcançada nas próximas semanas.
São Paulo já escapou de outro pagamento
O contrato firmado com o Bahia possui outros gatilhos financeiros relacionados à utilização do jogador.
Uma das metas previa um pagamento adicional de 600 mil euros, aproximadamente R$ 3,5 milhões, caso Cauly alcançasse 40 partidas dentro das condições estabelecidas no acordo.
Como o meia perdeu espaço durante parte da temporada, essa marca já não pode mais ser atingida em 2026. Com isso, o São Paulo não terá de realizar esse pagamento adicional.
Como foi montada a negociação por Cauly?
O São Paulo acertou a chegada de Cauly por empréstimo junto ao Bahia até o fim de 2026.
O acordo estabeleceu inicialmente o pagamento de 500 mil euros pela cessão do jogador. O Tricolor, porém, utilizou valores que ainda tinha a receber do Bahia em negociações envolvendo Rodrigo Nestor e Michel Araújo para compensar essa quantia.
A parte mais significativa financeiramente pode aparecer agora.
Se Cauly alcançar a meta de 20 partidas com pelo menos 45 minutos disputados, o São Paulo terá de desembolsar os 2 milhões de euros previstos para adquirir 50% de seus direitos econômicos.
Vale pagar cerca de R$ 12 milhões por Cauly?
Essa provavelmente será a principal discussão entre os torcedores.
Cauly tem 30 anos e chegou ao São Paulo depois de temporadas de destaque pelo Bahia. A expectativa era de que sua qualidade técnica ajudasse a solucionar um problema antigo do elenco: a criação de jogadas no meio-campo.
Até agora, porém, o rendimento tem sido irregular e o jogador ainda não conseguiu justificar plenamente o investimento que poderá ser necessário para sua permanência.
Por outro lado, ainda existe tempo para mudar essa avaliação. Cauly voltou a ganhar minutos e poderá ter novas oportunidades justamente em um momento no qual Dorival procura alternativas para fazer o São Paulo reagir na temporada.
As próximas partidas, portanto, terão um peso duplo para o meia: convencer dentro de campo e, ao mesmo tempo, aproximar o clube de uma obrigação financeira importante fora dele.
Decisão se aproxima
O São Paulo não precisa tomar uma decisão imediatamente, porque o mecanismo já está estabelecido no contrato. A questão é acompanhar a utilização do jogador.
Hoje, são 14 partidas contabilizadas dentro do critério e seis restantes para o gatilho de 20 jogos.
Se Cauly continuar sendo utilizado por pelo menos 45 minutos, a compra será acionada e o meia poderá passar de jogador emprestado a patrimônio do São Paulo.
E você, torcedor: pelo que Cauly apresentou até agora, pagaria cerca de R$ 12 milhões por 50% dos direitos do meia ou acredita que o São Paulo deveria evitar atingir a cláusula?
Não é nada difícil sabendo do risco da compra o Sr Anta Junior continuar escalando-o, este jogadorzinho não vale 30% do valor estipulado, mas com esta corja no comando tudo é aceitável.
Só quer jogador velho acho que tem alguém ganhando dinheiro com o DM médico
DEVOLVA IMEDIATAMENTE, POIS JA TEVE VÁRIAS OPORTUNIDADES E PROVOU QUE NÃO SERVE PRA SER JOGADOR DO SÃO PAULO.
mais um idoso pro asilo do São paulo
Quem faz essas cláusulas? *** meu
SPFC totalmente desgovernado