A diretoria do São Paulo adiou a reunião agendada com lideranças políticas do clube, que ocorreria no CT da Barra Funda, devido à baixa adesão de conselheiros, particularmente daqueles que se opõem à gestão atual de Harry Massis. O objetivo do encontro era promover a aproximação entre a diretoria e diferentes correntes políticas, em resposta às recentíssimas turbulências no departamento de futebol.
Entre os convidados, muitos optaram por não comparecer, apresentando compromissos pessoais ou profissionais como justificativa. Contudo, relatos de conselheiros indicam que a resistência também se deve a divergências recentes em relação às decisões tomadas pela gestão, incluindo a controversa reintegração do zagueiro Arboleda ao elenco.
A diretoria pretende remarcar a reunião para a próxima semana e está analisando a possibilidade de ampliar a lista de convidados. O foco do encontro será a apresentação do planejamento do futebol do São Paulo, claramente alvo de críticas constantes por parte dos torcedores e membros do clube.
Durante a reunião, espera-se que o treinador Dorival Júnior, junto ao executivo interino de futebol, Rafinha, explique o trabalho realizado até o momento, bem como os planos para o restante da temporada. Rafinha está à frente das negociações da janela de transferências, após a saída de Rui Costa, o ex-executivo de futebol.
A gestão, que se iniciou em janeiro com o afastamento de Julio Casares, já passou por três mudanças de comando técnico, o que levanta questões sobre a consistência da estratégia de futebol do clube. Essa instabilidade tem gerado críticas e levado à insatisfação entre as lideranças políticas e torcedores.
A sequência de demissões e mudanças de treinadores marca um momento delicado para a equipe, que busca recuperar a confiança e o desempenho em campo. O departamento de futebol do São Paulo precisará apresentar uma organização tática robusta e estratégias eficazes para manejar o grupo e superar os desafios do campeonato.
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