Confira como foram os reforços do São Paulo no primeiro semestre de 2026

O São Paulo monitorou o caixa e trouxe seis reforços no primeiro semestre. Entre saídas rústicas e titulares absolutos, veja o desempenho do elenco antes da Copa.

O São Paulo jogou xadrez com o seu fluxo de caixa nos primeiros seis meses do ano. Sem fôlego financeiro para loucuras, a diretoria trabalhou dentro de uma rústica realidade, garimpou atletas em fim de contrato e buscou empréstimos cirúrgicos. O balanço do período confirma que a estratégia gerou dividendos, mas também trouxe dores de cabeça humanas. Entre apostas que viraram certezas e atletas que sucumbiram à pressão dos bastidores, o Tricolor viveu de tudo um pouco até a pausa para o Mundial na gringa.
Debaixo das traves, Carlos Coronel cumpriu à risca o papel para o qual foi chamado. Contratado até 2029 após anos no futebol dos EUA, o paraguaio virou o reserva de confiança de Rafael. Ele admite que a falta de ritmo assusta, mas deu conta do recado quando acionado na Sul-Americana, brilhando pela segurança e até por um giro rústico que quebrou a internet. Por outro lado, o setor defensivo sofreu um duro baque com Dória. O zagueiro de 31 anos enfrentou um ríspido impasse de bastidores: após falhas consecutivas, virou alvo de ameaças virtuais e, alegando um grave problema de saúde na família, pediu rescisão amigável em maio, jogando apenas 11 vezes.
Na ala direita, o cenário mudou da água para o vinho. Lucas Ramon desafia a desconfiança da idade e, aos 32 anos, tomou a vaga de assalto. O lateral esbanjou imposição física em 20 jogos e se consolidou de tal forma que a comissão técnica liberou Cédric Soares para procurar outro rumo. Já no meio-campo, Danielzinho experimentou a gangorra do futebol. Começou voando com Hernán Crespo na liderança do Brasileirão, mas a troca no comando para Roger Machado minou seu espaço. O volante perdeu a rústica exclusividade da posição, embora siga útil na rotação com 32 exibições na temporada.
O setor de criação ainda cobra paciência e expõe um acordo travado por metas. Cauly, emprestado pelo Bahia, vive o dilema de uma cláusula de compra obrigatória de R$ 12,3 milhões caso atue em 25 partidas. Sob o esquema ríspido de pontas de Roger, ele mofou no banco e soma apenas 20 jogos, dependendo agora do faro de Dorival Júnior para deslanchar. Quem não quis saber de adaptação demorada foi Artur. Último a desembarcar no CT, o atacante virou o parceiro ideal de Calleri e Luciano. Com opção de compra fixada em R$ 35 milhões junto ao Botafogo, o ponta reage com bola na rede, soma três gols e se tornou intocável, provando que o São Paulo tem peças de valor para colocar o ano em jogo.
Avalie esta notícia: 4 1
VEJA TAMBÉM
- IGNORADO! Campeão mundial é "esquecido" por perfil oficial do SPFC; ação gerou desconforto público
- NOVA ROTA? São Paulo pode mudar estratégia após negativa por zagueiro do futebol europeu
- TRETA! São Paulo vive turbulência política após empresário pedir saída de Olten Ayres
- Scarpa ou Igor Gomes? São Paulo avalia dois nomes que podem mudar o time de Dorival
- MELHORA! São Paulo vê zagueiro evoluir em recuperação durante intertemporada


URGENTE! Dorival Júnior é o novo técnico do São Paulo

Comentários

Nenhum comentario!
Enviar comentário
Para enviar comentários, você precisa estar cadastrado, clique Aqui. Para fazer login, clique Aqui.

Próximo jogo - Brasileiro

Sáb - 17:00 - MorumBIS -
São Paulo
São Paulo
Botafogo
Botafogo

+Lidas Notícias

LogoSPFC.net
©Copyright 2007 - 2026 | SPFC.net