A passagem de Roger Machado pelo São Paulo foi marcada por turbulência e pouca margem para trabalho. Demitido após pouco mais de dois meses, o treinador afirmou em entrevista ao ge que não se arrepende de ter aceitado o desafio, destacando a grandeza do clube e a oportunidade de comandar um dos maiores times do continente.
Roger assumiu em março, após a saída de Hernán Crespo, mas enfrentou um ambiente conturbado: impeachment na presidência, trocas na direção, crise financeira e insatisfação da torcida. Ele reconheceu que havia um descontentamento acumulado no clube, que em alguns momentos se direcionou à sua figura. A sequência de cinco jogos sem vitória no Brasileirão e a eliminação precoce na Copa do Brasil aceleraram sua saída em maio.
Com Dorival Júnior contratado como terceiro técnico da temporada, o São Paulo encara o segundo semestre em alerta máximo. O Tricolor soma 25 pontos, ocupa a oitava posição e tem apenas cinco pontos de vantagem para a zona de rebaixamento. A missão agora é recuperar o elenco e tentar estabilizar o ambiente para evitar que a crise se aprofunde.
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O cara não está errado... Errado é quem contrata um treinador, sem dinheiro para contratar e com um time muito diferente das ideias do treinador, e não estou falando de capacidade... Além disso, também está errado quem administra o clube, pela falta de conhecimento de futebol e pelo nível técnico e intelectual de quem está trabalhando lá....