Mesmo após a eliminação traumática para o Juventude na Copa do Brasil e a demissão de Roger Machado, o presidente Harry Massis decidiu manter intacta a estrutura do departamento de futebol do São Paulo.
Com isso, Rui Costa segue como executivo de futebol e Rafinha continua ocupando a função de gerente do clube, decisão que aumentou ainda mais a pressão política nos bastidores do Morumbi.
🚨 Rui Costa segue pressionado no São Paulo
A permanência de Rui Costa virou um dos assuntos mais explosivos internamente após a queda de Roger Machado.
Segundo informações divulgadas pelo UOL(Gabriel sá), aliados políticos de Harry Massis cobraram mudanças profundas no comando do futebol e defenderam até uma reformulação completa no departamento.
Conselheiros ligados à própria base de apoio do presidente chegaram a ameaçar romper definitivamente com Massis caso Rui Costa permanecesse no cargo.
Mesmo assim, o mandatário decidiu sustentar o dirigente.
💣 Massis evita “faxina” após queda de Roger
Internamente, Harry Massis avalia que a contratação de Roger Machado teve respaldo técnico e boas referências de mercado, entendendo que o fracasso esportivo não invalida totalmente o trabalho realizado pelo departamento de futebol.
A leitura da diretoria é de que uma troca generalizada neste momento aumentaria ainda mais a instabilidade política e esportiva do clube.
Além disso, pesa a relação de confiança construída entre Massis e Rui Costa nos últimos meses.
🔥 Rafinha continua prestigiadoOutro nome mantido foi Rafinha, que assumiu a função de gerente de futebol em janeiro.
O ex-lateral segue prestigiado internamente e é visto como peça importante na ligação entre elenco, comissão técnica e diretoria.
Nos bastidores, existe a avaliação de que Rafinha tem boa relação com os jogadores e ajuda na administração do ambiente após a saída de Roger Machado.
😳 Clima político segue pesado no MorumbiA decisão de manter Rui Costa acontece justamente em meio a um dos momentos mais turbulentos do São Paulo nos últimos anos.
Além da eliminação na Copa do Brasil, o clube enfrenta forte pressão financeira, crise política interna e cobranças crescentes da torcida organizada.
A permanência de Rui Costa, inclusive, já provoca desgaste entre conselheiros e pessoas influentes da política tricolor.
Mesmo diante das críticas, Massis optou por segurar o executivo e evitar mudanças ainda mais profundas no futebol neste momento da temporada.
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O clube é deles, essa turma só faz algo se sentir no bolso, é isso tem como a torcida fazer.