O zagueiro Arboleda chegou a um acordo com o São Paulo para retornar ao clube após um período de 30 dias em que esteve ausente, decorrente de uma viagem ao Equador sem justificativas adequadas. A ausência do atleta deixou uma lacuna na organização tática da equipe, especialmente em um momento em que o clube busca intensificar seu desempenho na tabela do campeonato.
Com a volta do jogador, a decisão do clube foi treiná-lo separadamente do restante do elenco. O zagueiro passará por uma bateria de exames físicos, semelhantes aos realizados durante a pré-temporada, para avaliar seu estado de recuperação e aptidão para os treinamentos.
A gestão de elenco do São Paulo optou por não remunerar Arboleda pelos dias fora, o que representa os salários correspondentes ao mês de abril, dado que seu retorno aconteceu apenas após um mês de ausência. Apesar disso, como o jogador voltou a integrar o clube, a possibilidade de rescisão por justa causa foi descartada.
O regulamento da FIFA não estabelece um prazo específico para a aplicação de tal rescisão, o que torna a argumentação sobre abandono de trabalho do departamento jurídico do clube menos robusta. Entretanto, a ausência de explicações claras sobre o motivo da viagem ainda levanta questionamentos dentro da estrutura administrativa do São Paulo.
Caso sejam detectadas irregularidades nos exames físicos do zagueiro, como lesões preexistentes e não informadas, o clube poderá considerar novas sanções. Essa situação poderá impactar não apenas a condição física de Arboleda, mas também a dinâmica do grupo e suas expectativas para o restante da temporada.
O cenário atual exige uma resposta rápida e eficaz da comissão técnica, que deverá implementar um plano de recondicionamento físico para o atleta. A transição para os treinos em grupo será decisiva na recuperação do zagueiro e na sua reintegração ao sistema de jogo estabelecido pelo treinador.