Conselho reprova contas de Casares por saques de R$ 7 milhões e analisa expulsão de Casares!
Entenda a reprovação do balanço do São Paulo FC em 2026. Saiba os detalhes dos saques de Julio Casares, o papel de Roger Machado e a preparação para o jogo contra o Internacional.
Fonte SPFC.net
26 de Março de 2026
A crise institucional no MorumBIS atingiu um novo ápice nesta quinta-feira (26). Em uma votação histórica, o Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou o balanço financeiro de 2025. Foram 194 votos contra e apenas 34 a favor, ignorando o superávit de R$ 56 milhões apresentado pela gestão. O motivo central da rejeição foi a falta de justificativa para R$ 7 milhões em saques em espécie realizados pela presidência durante o mandato de Julio Casares, que renunciou ao cargo em janeiro deste ano para evitar um processo de impeachment.
A auditoria apontou que, de um total de R$ 11 milhões sacados sob a justificativa de "despesas promocionais" e pagamento de premiações ("bichos"), cerca de R$ 6,9 milhões não possuem qualquer comprovação documental. A oposição agora intensifica a pressão para que Casares — que manteve seus direitos políticos ao renunciar antes da conclusão do afastamento oficial — seja expulso do Conselho de Administração por gestão temerária.
Panorama Institucional e Financeiro
A instabilidade política ocorre em um momento em que o clube busca pacificação sob o comando do vice-presidente Harry Massis Júnior, que assumiu o cargo em definitivo.
Reprovação Recorde: A rejeição por ampla maioria (194 a 34) reflete o isolamento político do grupo de Casares.
Investigação Policial: Além do Conselho, a Polícia Civil investiga os saques milionários identificados pelo Coaf, que classificou as operações como "atípicas".
Defesa de Casares: O ex-mandatário nega irregularidades, alegando que os valores foram destinados a gastos operacionais e premiações, e classifica o processo como uma "trama política ardilosa".
A auditoria apontou que, de um total de R$ 11 milhões sacados sob a justificativa de "despesas promocionais" e pagamento de premiações ("bichos"), cerca de R$ 6,9 milhões não possuem qualquer comprovação documental. A oposição agora intensifica a pressão para que Casares — que manteve seus direitos políticos ao renunciar antes da conclusão do afastamento oficial — seja expulso do Conselho de Administração por gestão temerária.
Panorama Institucional e Financeiro
A instabilidade política ocorre em um momento em que o clube busca pacificação sob o comando do vice-presidente Harry Massis Júnior, que assumiu o cargo em definitivo.
Reprovação Recorde: A rejeição por ampla maioria (194 a 34) reflete o isolamento político do grupo de Casares.
Investigação Policial: Além do Conselho, a Polícia Civil investiga os saques milionários identificados pelo Coaf, que classificou as operações como "atípicas".
Defesa de Casares: O ex-mandatário nega irregularidades, alegando que os valores foram destinados a gastos operacionais e premiações, e classifica o processo como uma "trama política ardilosa".
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