Ex Jogador do São Paulo, Alexandre Pato afirma que se o filho dele torcer para rival, talvez ele vá ao estádio sozinho!
Em entrevista, Alexandre Pato relembra passagens por São Paulo e Corinthians. Confira a brincadeira do atacante sobre o filho torcedor e o desabafo sobre a cavadinha contra o Grêmio.
11 de Março de 2026Mesmo sem atuar profissionalmente desde 2023, Alexandre Pato provou que sua leitura de jogo fora das quatro linhas continua afiada. Ao classificar os clubes de sua carreira, o atacante colocou o São Paulo no topo do pódio. Com 143 jogos e 49 gols divididos em três passagens, Pato reforçou o vínculo emocional com o MorumBIS, revelando que tenta ativamente "converter" o filho ao tricolorismo. "Toda vez que passa futebol na TV, eu digo que foi gol do São Paulo", contou entre risos, destacando que o acolhimento da torcida paulista foi o diferencial para esse sentimento de "amor maior".
A "Cavadinha" e o Peso da Camisa 7
Ao falar do Corinthians, Pato equilibrou gratidão com autocrítica:
Aposta e Recuperação: O jogador fez questão de lembrar que o Timão o resgatou do Milan em 2013 e proporcionou a estrutura necessária para que ele voltasse a jogar em alto nível. "Tenho muito carinho, os profissionais foram maravilhosos", afirmou.
O Erro Fatal: O atacante revisitou o fatídico pênalti contra o Grêmio na Copa do Brasil de 2013. Admitiu que a "zoação" nos treinos pesou na decisão errada de tentar a cavadinha contra Dida. "Hoje, talvez chutasse forte. Chorei muito depois daquele lance", confessou, lembrando que a pressão foi tanta que precisou reforçar sua segurança pessoal na época.
Gestão de Elenco: A troca com Jadson, logo após o episódio, foi citada como o movimento que definiu sua felicidade no futebol brasileiro, consolidando sua identidade com o MorumBIS.
Brincadeiras e o Futuro na Torcida
O momento mais descontraído da entrevista envolveu a sucessão clubística em sua família:
Veto ao Derby? Pato brincou que aceitaria o filho ser palmeirense e até iria ao estádio com ele, mas traçou uma linha clara no Majestoso.
O "Castigo" Corintiano: "Se for corintiano, talvez vá sozinho ao estádio", disparou, arrancando risadas dos apresentadores e reforçando que sua conexão com o São Paulo é a prioridade absoluta.
Paz no Futebol: Apesar das provocações sadias, o atacante ressaltou que o respeito pelos profissionais do Corinthians permanece intacto, separando a brincadeira de torcedor da gratidão pelo clube que investiu em sua carreira.
Alexandre Pato encerra este capítulo reafirmando que, para ele, o futebol é feito de escolhas e consequências. Se a cavadinha em 2013 fechou portas no Parque Jorge, ela abriu os portões do MorumBIS para uma história de amor que ele pretende passar para a próxima geração. Entre os bastidores da intensidade do futebol paulista e o sossego da aposentadoria parcial, o "Tigre" mostra que sabe rir do próprio passado enquanto abraça o clube que escolheu para amar "mais que tudo".
A "Cavadinha" e o Peso da Camisa 7
Ao falar do Corinthians, Pato equilibrou gratidão com autocrítica:
Aposta e Recuperação: O jogador fez questão de lembrar que o Timão o resgatou do Milan em 2013 e proporcionou a estrutura necessária para que ele voltasse a jogar em alto nível. "Tenho muito carinho, os profissionais foram maravilhosos", afirmou.
O Erro Fatal: O atacante revisitou o fatídico pênalti contra o Grêmio na Copa do Brasil de 2013. Admitiu que a "zoação" nos treinos pesou na decisão errada de tentar a cavadinha contra Dida. "Hoje, talvez chutasse forte. Chorei muito depois daquele lance", confessou, lembrando que a pressão foi tanta que precisou reforçar sua segurança pessoal na época.
Gestão de Elenco: A troca com Jadson, logo após o episódio, foi citada como o movimento que definiu sua felicidade no futebol brasileiro, consolidando sua identidade com o MorumBIS.
Brincadeiras e o Futuro na Torcida
O momento mais descontraído da entrevista envolveu a sucessão clubística em sua família:
Veto ao Derby? Pato brincou que aceitaria o filho ser palmeirense e até iria ao estádio com ele, mas traçou uma linha clara no Majestoso.
O "Castigo" Corintiano: "Se for corintiano, talvez vá sozinho ao estádio", disparou, arrancando risadas dos apresentadores e reforçando que sua conexão com o São Paulo é a prioridade absoluta.
Paz no Futebol: Apesar das provocações sadias, o atacante ressaltou que o respeito pelos profissionais do Corinthians permanece intacto, separando a brincadeira de torcedor da gratidão pelo clube que investiu em sua carreira.
Alexandre Pato encerra este capítulo reafirmando que, para ele, o futebol é feito de escolhas e consequências. Se a cavadinha em 2013 fechou portas no Parque Jorge, ela abriu os portões do MorumBIS para uma história de amor que ele pretende passar para a próxima geração. Entre os bastidores da intensidade do futebol paulista e o sossego da aposentadoria parcial, o "Tigre" mostra que sabe rir do próprio passado enquanto abraça o clube que escolheu para amar "mais que tudo".
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O Pato foi um grande jogador, mas tinha talento pra ser bem mais. Quando surgiu no Inter, eu achava que ele seria o sucessor do Ronaldo como camisa 9 do Brasil.
Na Copa de 2010 eu apostava num trio muito forte com ele, Neymar e Ganso. Infelizmente, nenhum dos 3 realmente alcançou o potencial que era esperado deles.
infelizmente o São Paulo deu um tiro no pé mandar embora o crespo para contratar roger Machado o histórico desse cara e rebaixamento em todos os clubes que ele passou lembrando o São Paulo nunca tinha sido rebaixado ate esse ano infelizmente esse ano o São Paulo nao escapa do rebaixamento
Eu aceitaria ele de volta. Muito melhor que alguns pés de rato do SPFC.