Regulamento veta plano do São Paulo de comprar mando de campo da Ponte Preta
Entenda por que o jogo entre Ponte Preta e São Paulo seguirá em Campinas. Veja os detalhes da sondagem de Harry Massis e a regra do Paulistão que vetou o MorumBIS.
9 de Fevereiro de 2026O São Paulo FC tentou uma última cartada para transformar a rodada final do Campeonato Paulista em uma grande festa na capital, mas o plano esbarrou no regulamento da competição. O presidente Harry Massis Júnior chegou a realizar uma consulta informal à Ponte Preta e à Federação Paulista de Futebol (FPF) para comprar o mando de campo da partida, visando maximizar a bilheteria e garantir o apoio massivo da torcida em um jogo que pode selar a classificação.
A Ponte Preta, já rebaixada para a Série A2 e em situação financeira delicada, mostrou-se aberta a ouvir propostas. No entanto, o "xeque-mate" veio da própria FPF.
O Entrave: Artigo 17 e o Prazo de 10 Dias
De acordo com o regulamento do Paulistão, qualquer alteração na tabela original — como a troca de estádio ou cidade — exige uma solicitação oficial com, no mínimo, 10 dias de antecedência.
O Tempo: Como a sondagem ocorreu apenas no último domingo, restando menos de uma semana para o duelo, não há tempo hábil para a publicação das modificações pelo Departamento de Competições (DCO).
A Consequência: A partida está mantida para o estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, sem chances de transferência para o MorumBIS.
Impacto na Gestão de Elenco e Planejamento
A negativa obriga a comissão técnica de Hernán Crespo a ajustar a logística de viagem. Atuar em Campinas exige uma leitura de jogo diferente, já que o gramado e as dimensões do "Majestoso" contrastam com o tapete do MorumBIS.
Intensidade: O time precisará manter o foco absoluto para buscar a vitória fora de casa, sem o conforto de sua casa.
Torcida: Apesar da proibição de torcida única em alguns casos, o São Paulo espera ter o setor visitante lotado para empurrar a equipe rumo às quartas de final.
Foco no Brasileirão Antes da Decisão
Enquanto a logística para Campinas é definida, o São Paulo não desvia o olhar do Grêmio, adversário desta quarta-feira pelo Brasileirão. A diretoria entende que a organização tática demonstrada nos últimos jogos será o diferencial para que o time não sinta o peso de atuar fora de seus domínios na rodada final do Estadual.
Com o veto da FPF, o sonho de uma "arrecadação recorde" de Harry Massis fica para uma próxima oportunidade, e o destino tricolor no Paulistão será decidido em território bugrino.
Palavras-chave: São Paulo FC, Ponte Preta, Paulistão 2026, Harry Massis Júnior, FPF, MorumBIS, Moisés Lucarelli, Gestão de Futebol.
A Ponte Preta, já rebaixada para a Série A2 e em situação financeira delicada, mostrou-se aberta a ouvir propostas. No entanto, o "xeque-mate" veio da própria FPF.
O Entrave: Artigo 17 e o Prazo de 10 Dias
De acordo com o regulamento do Paulistão, qualquer alteração na tabela original — como a troca de estádio ou cidade — exige uma solicitação oficial com, no mínimo, 10 dias de antecedência.
O Tempo: Como a sondagem ocorreu apenas no último domingo, restando menos de uma semana para o duelo, não há tempo hábil para a publicação das modificações pelo Departamento de Competições (DCO).
A Consequência: A partida está mantida para o estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, sem chances de transferência para o MorumBIS.
Impacto na Gestão de Elenco e Planejamento
A negativa obriga a comissão técnica de Hernán Crespo a ajustar a logística de viagem. Atuar em Campinas exige uma leitura de jogo diferente, já que o gramado e as dimensões do "Majestoso" contrastam com o tapete do MorumBIS.
Intensidade: O time precisará manter o foco absoluto para buscar a vitória fora de casa, sem o conforto de sua casa.
Torcida: Apesar da proibição de torcida única em alguns casos, o São Paulo espera ter o setor visitante lotado para empurrar a equipe rumo às quartas de final.
Foco no Brasileirão Antes da Decisão
Enquanto a logística para Campinas é definida, o São Paulo não desvia o olhar do Grêmio, adversário desta quarta-feira pelo Brasileirão. A diretoria entende que a organização tática demonstrada nos últimos jogos será o diferencial para que o time não sinta o peso de atuar fora de seus domínios na rodada final do Estadual.
Com o veto da FPF, o sonho de uma "arrecadação recorde" de Harry Massis fica para uma próxima oportunidade, e o destino tricolor no Paulistão será decidido em território bugrino.
Palavras-chave: São Paulo FC, Ponte Preta, Paulistão 2026, Harry Massis Júnior, FPF, MorumBIS, Moisés Lucarelli, Gestão de Futebol.
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território brugrino.. achava que o estádio da Ponte se chamava Moisés lucareli k