Estado de Saúde e Atendimento
A partida ficou paralisada por seis minutos. Sob o silêncio respeitoso da torcida são-paulina, os médicos realizaram a imobilização do atleta ainda no gramado. Felizmente, as notícias que vieram da ambulância foram positivas:
Consciência: Afonso retomou os sentidos antes de deixar o estádio.
Avaliação: Segundo a assessoria do clube de Indaiatuba, o jogador lembrava de detalhes do lance e foi encaminhado ao Hospital Albert Einstein para exames complementares de imagem.
Reação: Ao ser colocado no veículo, o defensor foi aplaudido de pé pelos torcedores presentes, em um gesto de solidariedade esportiva.
Protocolo de Concussão Ativado
Diante da gravidade do choque, a arbitragem acionou o protocolo de concussão, uma medida de segurança implementada para preservar a saúde dos atletas.
Substituição Extra: O Primavera pôde realizar a troca de Afonso (por Renato Vischi) sem que ela fosse contabilizada nas cinco substituições habituais.
Equidade: Pela regra, o São Paulo também passou a ter o direito a uma substituição extra, totalizando seis para cada lado no decorrer do confronto.
Impacto na Organização Tática
A saída de Afonso forçou o Primavera a uma mudança precoce em sua organização tática defensiva. O técnico teve que reorganizar a linha de quatro defensores sob forte pressão tricolor, enquanto os jogadores tentavam retomar a intensidade após o abalo emocional causado pela cena.
O Primavera informou que seguirá monitorando o atleta de perto e que Afonso cumprirá o repouso obrigatório previsto nos protocolos médicos da Federação Paulista de Futebol (FPF) antes de retomar as atividades.
Palavras-chave: Primavera, São Paulo FC, Afonso, Choque de cabeça, Protocolo de concussão, Paulistão 2026, MorumBIS, Saúde no Esporte.