A investigação foi aberta pela 3ª Delegacia da Divisão de Crimes Contra a Administração, ligada ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, após solicitação do Ministério Público de São Paulo. O procedimento corre em segredo de Justiça.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o inquérito apura denúncias de possíveis irregularidades relacionadas à sede social do clube. Os detalhes dos fatos ainda não foram divulgados oficialmente, justamente por conta do sigilo imposto ao caso.
Este é o terceiro inquérito policial que envolve o São Paulo no contexto de suspeitas de irregularidades administrativas. Outras frentes de apuração analisam a venda ilegal de camarotes no Morumbis e depósitos em dinheiro que teriam somado cerca de R$ 1,5 milhão.
Em uma dessas investigações anteriores, aparecem nomes ligados à antiga gestão, incluindo dirigentes e pessoas próximas ao presidente afastado Julio Casares. As apurações seguem em andamento, sem conclusão até o momento.
Procurado, o São Paulo informou que irá colaborar integralmente com todas as investigações conduzidas pelas autoridades. Já Antonio Donizete ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.
A matéria poderá ser atualizada caso haja posicionamento do conselheiro ou novos desdobramentos nas investigações.
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