O São Paulo enfrenta um novo período de instabilidade, refletindo um clima de incerteza típico do fim de ano, após uma série de resultados desfavoráveis. O aspecto mais preocupante é que essa queda de desempenho nas fases finais das temporadas é um padrão que vem se repetindo nos últimos três anos. Em 2023, após conquistar a Copa do Brasil, o time perdeu o fôlego e terminou o Campeonato Brasileiro na 11ª colocação, com 53 pontos. A vaga na Libertadores foi garantida apenas devido ao título do torneio nacional.
No ano seguinte, 2024, o desempenho melhorou um pouco, com o São Paulo terminando em sexto lugar no Brasileirão, mas novamente passou por sufocos até o final da competição, dependendo de resultados de outros jogos. Nos últimos cinco jogos da temporada, sofreu três derrotas e registrou dois empates, deixando os torcedores preocupados.
Em 2025, o cenário se repete. A equipe, abatida após a eliminação para a LDU na Copa Libertadores, teve um desempenho abaixo das expectativas. Um exemplo claro dessa fragilidade foi a derrota para o Mirassol, marcada por uma das piores atuações do time no ano. O primeiro gol sofrido aconteceu apenas 35 segundos após o apito inicial, estabelecendo um recorde negativo na época. Além disso, o time viu duas penalidades serem marcadas contra si, situação que agravou ainda mais o clima de descontentamento.
Diferentemente do jogo contra o Palmeiras, onde a revolta com a arbitragem foi predominante, a postura contra o Mirassol foi mais analítica e contida, com reclamações pontuais, porém visíveis sinais de abatimento entre os jogadores. Lucas Moura, que retornou à titularidade, foi o mais ativo, apesar de não conseguir concluir com efetividade as oportunidades criadas. Outros jogadores como Luciano e Rigoni, que foram acionados no segundo tempo, pouco contribuíram e praticamente não ameaçaram o adversário.
Atualmente, a situação do São Paulo é alarmante. O time se encontra em uma posição delicada, na oitava colocação do campeonato, com o objetivo de alcançar o G6 e garantir participação na Libertadores do próximo ano. No entanto, o desempenho recente sugere que esse sonho está cada vez mais distante. Nos últimos dez jogos, o São Paulo somou apenas duas vitórias, uma marca que remonta a 1936, ano da refundação do clube, segundo o historiador Alexandre Bisbrecht, do “Anotações Tricolores”.
time sem vergonha, umas contratações sem futuro,onde venda a molecada da base pra poder contratar jogadores velhos e que já deveriam estar aposentados.
Quando voltar Calleri e Oscar, Lucas bem fisicamente muda o cenário. O time esta apático concordando com as derrotas, Crespo esta escalando o que de melhor, só precisa liberar mais atacante para fazerem gols e enchugar a defesa e meio de campo, o time leva um gol e por falta de atacantes não conseguem reverter o placar. O que precisa e treinar posicionamento dos defensores, tomam gols de toda maneira e o meio de campo não marca nem uma tartaruga.
PERDI COMPLETAMENTE A VONTADE DE VER FUTEBOL ESSE ANO !! O SP SE TORNOU TIME PEQUENO E SEU PRESIDENTE QUE RECLAMA DO CLUVE QUEBRADO ESTAVA LA COM A TURMA QUE QUEBROU O CLUBE NAS ANTIGAS! SEMPRE ESTEVE LÁ!! INSS .....TIME FUBA....AGORA, COMO DISSE ANTES É A FRITURA DO CRESPO! DEPOIS ANO Q VEM , TRAZ MAIS 2 OSCAR E 1 WENDELL E VENDE PRA TORCIDA QUE O TIME É COMPETITIVO!! A TORCIDA NÃO AGUENTA MAIS TANTA HUMILHAÇÃO!! FINAL DE FEIRA TIME ABANDONADO