São Paulo tem jogado contra a desvantagem
Em busca do hepta, chegou a hora de acordar, Tricolor!
Fonte Lance!
23 de Julho de 2009
Em qualquer partida do Brasileirão, seja em casa ou fora, os jogadores sempre dizem que não vão ter moleza. Mas, para o São Paulo, nos primeiros 13 confrontos que teve pela frente até agora, a situação tem sido ainda mais complicada. O time sempre precisa correr atrás do placar, já que sai perdendo.
Do total, em apenas cinco jogos a equipe não saiu atrás. Contra Palmeiras e Avaí, empate sem gols. Frente a Cruzeiro e Náutico, vitória por 3 a 0 e 2 a 0. Diante do Santos, o Sampa abriu o placar, levou o empate, mas conseguiu fazer o 2 a 1.
Depois da derrota por 2 a 0 para o Coritiba, no Couto Pereira, em uma das vezes em que o time saiu perdendo, Ricardo Gomes chamou a atenção para a falta de poder de reação da equipe. Segundo ele, o Sampa vinha bem, tinha boa posse de bola, mas, ao ter as suas redes balançadas, caiu de produção.
Após esse duelo, diante do Flamengo, a equipe buscou o empate com um jogador a menos. Também conseguiu igualar o placar com o Internacional, após terminar o primeiro tempo com um 2 a 0 adverso.
Apesar do poder de reação nos últimos confrontos, a vitória ainda não veio após sofrer o primeiro gol. O Sampa não obteve a virada em nenhuma das vezes em que viu o adversário abrir o placar neste Brasileirão, fato que gera insatisfação.
– Não podemos ter preguiça, temos de ter a humildade para marcar, independentemente de quem seja. Se tivermos essa mentalidade, daí estaremos no caminho certo. Foi o que aconteceu no segundo tempo contra o Inter e quase conseguimos virar. Não podemos deixar isso acontecer no primeiro tempo, para depois termos de correr atrás. É preciso estar sempre ligado para não sofrermos tanto – afirmou André Dias nesta quinta-feira no desembarque.
Nas cinco partidas em que Ricardo Gomes esteve no comando, o São Paulo levou nove gols. Do total, sete (77,7%) foram marcados no primeiro tempo. Nos dois jogos em que teve a rede balançada no segundo tempo, o Sampa já estava em desvantagem neste Nacional.
A última vez em que o time saiu atrás e conseguiu a virada foi em abril, na vitória (2 a 1) sobre o América de Cáli (COL), com gols de Dagoberto. Foi o último jogo da fase de classificação da Libertadores.
Do total, em apenas cinco jogos a equipe não saiu atrás. Contra Palmeiras e Avaí, empate sem gols. Frente a Cruzeiro e Náutico, vitória por 3 a 0 e 2 a 0. Diante do Santos, o Sampa abriu o placar, levou o empate, mas conseguiu fazer o 2 a 1.
Depois da derrota por 2 a 0 para o Coritiba, no Couto Pereira, em uma das vezes em que o time saiu perdendo, Ricardo Gomes chamou a atenção para a falta de poder de reação da equipe. Segundo ele, o Sampa vinha bem, tinha boa posse de bola, mas, ao ter as suas redes balançadas, caiu de produção.
Após esse duelo, diante do Flamengo, a equipe buscou o empate com um jogador a menos. Também conseguiu igualar o placar com o Internacional, após terminar o primeiro tempo com um 2 a 0 adverso.
Apesar do poder de reação nos últimos confrontos, a vitória ainda não veio após sofrer o primeiro gol. O Sampa não obteve a virada em nenhuma das vezes em que viu o adversário abrir o placar neste Brasileirão, fato que gera insatisfação.
– Não podemos ter preguiça, temos de ter a humildade para marcar, independentemente de quem seja. Se tivermos essa mentalidade, daí estaremos no caminho certo. Foi o que aconteceu no segundo tempo contra o Inter e quase conseguimos virar. Não podemos deixar isso acontecer no primeiro tempo, para depois termos de correr atrás. É preciso estar sempre ligado para não sofrermos tanto – afirmou André Dias nesta quinta-feira no desembarque.
Nas cinco partidas em que Ricardo Gomes esteve no comando, o São Paulo levou nove gols. Do total, sete (77,7%) foram marcados no primeiro tempo. Nos dois jogos em que teve a rede balançada no segundo tempo, o Sampa já estava em desvantagem neste Nacional.
A última vez em que o time saiu atrás e conseguiu a virada foi em abril, na vitória (2 a 1) sobre o América de Cáli (COL), com gols de Dagoberto. Foi o último jogo da fase de classificação da Libertadores.
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