Perrone: Refrescando a memória da torcida…
Fonte Blog do Torcedor do Sã
11 de Julho de 2009
Tem muito torcedor implorando a volta de Cafu para o Maior do Mundo.
O Blog tem obrigação de refrescar a memória dos mais novos e reproduzir parte de um texto do Globoesporte.com e do site de Milton Neves para relembrar a lamentável “triangulação† da saída do lateral para os róseos.
Quem se lembra do caso na época não se esquece nunca mais da “traição†.
Do Globoesporte.com:
“… Cafu foi revelado pelo São Paulo, onde foi bicampeão da Libertadores e do Mundial de Clubes nas temporadas de 92 e 93. Porém, a sua saída deixou torcida e dirigentes revoltados. Depois de uma passagem relâmpago pelo Zaragoza, da Espanha, em 95, ele foi contratado pela Parmalat, empresa que na época patrocinava Palmeiras e Juventude.
Para fugir de uma multa contratual imposta pelo São Paulo, Cafu aceitou a determinação da Parmalat e defendeu o Juventude por alguns meses. Em seguida, foi anunciado pelo Palmeiras…†
Do site do Milton Neves:
…†Em 1994, Cafu deixou o Tricolor paulista. Foi negociado com o Zaragoza, da Espanha. Uma cláusula no contrato de venda do passe do jogador impedia que ele retornasse imediatamente para um grande time paulista. O São Paulo estava preocupado com a Parmalat, empresa italiana que investia no Palmeiras e já tinha contratado o zagueiro Antônio Carlos, outro atleta revelado pelo São Paulo.
Mas o Palmeiras e Parmalat conseguiram “driblar† os dirigentes tricolores. Cafu ficou pouco tempo no Zaragoza, voltou ao Brasil e assinou com o Juventude de Caxias, outro time patrocinado pela empresa. O lateral teve passagem ainda mais meteórica pelo time gaúcho. E logo desembarcou no Palestra Itália, em 1995…†
É ESSE ATLETA QUE VOCÊS QUEREM VESTINDO NOVAMENTE O MANTO SAGRADO DO TRICOLOR?
Lembrando a todos que essa não é uma questão de †amor a camisa† ou de concorrência comercial. É uma questão ética. O jogador tinha plena consciência do ato que o tornou persona non grata nos corredores do Morumbi.
Saudações tricolores!
O Blog tem obrigação de refrescar a memória dos mais novos e reproduzir parte de um texto do Globoesporte.com e do site de Milton Neves para relembrar a lamentável “triangulação† da saída do lateral para os róseos.
Quem se lembra do caso na época não se esquece nunca mais da “traição†.
Do Globoesporte.com:
“… Cafu foi revelado pelo São Paulo, onde foi bicampeão da Libertadores e do Mundial de Clubes nas temporadas de 92 e 93. Porém, a sua saída deixou torcida e dirigentes revoltados. Depois de uma passagem relâmpago pelo Zaragoza, da Espanha, em 95, ele foi contratado pela Parmalat, empresa que na época patrocinava Palmeiras e Juventude.
Para fugir de uma multa contratual imposta pelo São Paulo, Cafu aceitou a determinação da Parmalat e defendeu o Juventude por alguns meses. Em seguida, foi anunciado pelo Palmeiras…†
Do site do Milton Neves:
…†Em 1994, Cafu deixou o Tricolor paulista. Foi negociado com o Zaragoza, da Espanha. Uma cláusula no contrato de venda do passe do jogador impedia que ele retornasse imediatamente para um grande time paulista. O São Paulo estava preocupado com a Parmalat, empresa italiana que investia no Palmeiras e já tinha contratado o zagueiro Antônio Carlos, outro atleta revelado pelo São Paulo.
Mas o Palmeiras e Parmalat conseguiram “driblar† os dirigentes tricolores. Cafu ficou pouco tempo no Zaragoza, voltou ao Brasil e assinou com o Juventude de Caxias, outro time patrocinado pela empresa. O lateral teve passagem ainda mais meteórica pelo time gaúcho. E logo desembarcou no Palestra Itália, em 1995…†
É ESSE ATLETA QUE VOCÊS QUEREM VESTINDO NOVAMENTE O MANTO SAGRADO DO TRICOLOR?
Lembrando a todos que essa não é uma questão de †amor a camisa† ou de concorrência comercial. É uma questão ética. O jogador tinha plena consciência do ato que o tornou persona non grata nos corredores do Morumbi.
Saudações tricolores!
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