Os cinco desafios de Rogério Ceni no comando do São Paulo em 2023
Fonte globoesporte
13 de Janeiro de 2023
Rogério Ceni em treino do São Paulo — Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net
Rogério Ceni começará, no domingo, sua segunda temporada seguida no comando do São Paulo – o time estreia no Paulista em casa, às 18h30, contra o Ituano.
Depois de um 2022 complicado, com derrotas que deixaram feridas ainda abertas no time tricolor, o técnico iniciará 2023 com alguns desafios pela frente.
LEIA TAMBÉM: São Paulo liga para Braz e tenta acordo por atacante do Flamengo
Com um elenco bem diferente do que tinha há três meses, Ceni terá o Paulista como único torneio até abril, oportunidade de montar um time capaz de buscar metas relevantes no Brasileiro, Copa do Brasil e Sul-Americana.
O peso das frustrações de 2022
A última temporada terminou com gosto amargo para o São Paulo. Ainda que tenha excedido expectativas, o fato de ter chegado a duas finais (Paulistas e Sul-Americana) gerou grande frustração no time, na diretoria e na torcida – especialmente a derrota para o Independiente del Valle, no torneio continental. É um peso que o técnico – que alimentou a possibilidade de deixar o clube por semanas após a derrota em Córdoba – carrega e terá que superar neste novo ano.
Responsabilidade pela reestruturação do elenco
As frustrações citadas acima fizeram com que a diretoria iniciasse uma grande reformulação no elenco. Por enquanto, 12 jogadores saíram – inclusive titulares como Patrick e Léo – e seis reforços chegaram.
A movimentação, sob o comando de Ceni, dá ao técnico grande responsabilidade em fazer o time, agora montado em sua forma, dê boas respostas em campo. Uma campanha medíocre no Paulista pode colocar Rogério no olho de um furacão.
Busca por vaga na Libertadores
A volta à Libertadores é o principal objetivo do São Paulo, mais uma vez. No ano passado, o time esteve próximo de alcançar a meta, mas falhou tanto na Sul-Americana como no Brasileiro. Ficar fora da Libertadores por dois anos seguidos é ruim, ficar três é algo que não acontece desde o fim do século passado e o começo do atual, quando disputou o torneio de 1994 e, depois, só voltou em 2004.
Ano eleitoral no São Paulo
Anos eleitorais costumam ser turbulentos em clubes brasileiros, o que geralmente respinga no futebol. No São Paulo, ao contrário do último pleito, o atual presidente, Júlio Casares, poderá disputar a reeleição – e dividir atenções no período eleitoral com a campanha.
No Morumbi, em que o presidente é escolhido pelos conselheiros, a oposição é pequena, mas sempre faz barulho perto das eleições, com ações judiciais, por exemplo. Rogério terá que blindar o elenco de possíveis interferências.
A condição de ídolo histórico
Rogério Ceni é um jogador histórico do São Paulo, que empilhou conquistas e marcas enquanto defendeu o gol tricolor. Como técnico do time, porém, seu cartel é bem mais humilde, sem títulos e com a demissão de 2017.
É algo que incomoda o treinador, como ele já deixou claro no ano passado quando passou rodadas do Brasileiro sem cravar que permaneceria no Morumbi – e citava a possibilidades do time de disputar taças em 2023 como uma condição para ficar.
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Rogério Ceni começará, no domingo, sua segunda temporada seguida no comando do São Paulo – o time estreia no Paulista em casa, às 18h30, contra o Ituano.
Depois de um 2022 complicado, com derrotas que deixaram feridas ainda abertas no time tricolor, o técnico iniciará 2023 com alguns desafios pela frente.
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Com um elenco bem diferente do que tinha há três meses, Ceni terá o Paulista como único torneio até abril, oportunidade de montar um time capaz de buscar metas relevantes no Brasileiro, Copa do Brasil e Sul-Americana.
O peso das frustrações de 2022
A última temporada terminou com gosto amargo para o São Paulo. Ainda que tenha excedido expectativas, o fato de ter chegado a duas finais (Paulistas e Sul-Americana) gerou grande frustração no time, na diretoria e na torcida – especialmente a derrota para o Independiente del Valle, no torneio continental. É um peso que o técnico – que alimentou a possibilidade de deixar o clube por semanas após a derrota em Córdoba – carrega e terá que superar neste novo ano.
Responsabilidade pela reestruturação do elenco
As frustrações citadas acima fizeram com que a diretoria iniciasse uma grande reformulação no elenco. Por enquanto, 12 jogadores saíram – inclusive titulares como Patrick e Léo – e seis reforços chegaram.
A movimentação, sob o comando de Ceni, dá ao técnico grande responsabilidade em fazer o time, agora montado em sua forma, dê boas respostas em campo. Uma campanha medíocre no Paulista pode colocar Rogério no olho de um furacão.
Busca por vaga na Libertadores
A volta à Libertadores é o principal objetivo do São Paulo, mais uma vez. No ano passado, o time esteve próximo de alcançar a meta, mas falhou tanto na Sul-Americana como no Brasileiro. Ficar fora da Libertadores por dois anos seguidos é ruim, ficar três é algo que não acontece desde o fim do século passado e o começo do atual, quando disputou o torneio de 1994 e, depois, só voltou em 2004.
Ano eleitoral no São Paulo
Anos eleitorais costumam ser turbulentos em clubes brasileiros, o que geralmente respinga no futebol. No São Paulo, ao contrário do último pleito, o atual presidente, Júlio Casares, poderá disputar a reeleição – e dividir atenções no período eleitoral com a campanha.
No Morumbi, em que o presidente é escolhido pelos conselheiros, a oposição é pequena, mas sempre faz barulho perto das eleições, com ações judiciais, por exemplo. Rogério terá que blindar o elenco de possíveis interferências.
A condição de ídolo histórico
Rogério Ceni é um jogador histórico do São Paulo, que empilhou conquistas e marcas enquanto defendeu o gol tricolor. Como técnico do time, porém, seu cartel é bem mais humilde, sem títulos e com a demissão de 2017.
É algo que incomoda o treinador, como ele já deixou claro no ano passado quando passou rodadas do Brasileiro sem cravar que permaneceria no Morumbi – e citava a possibilidades do time de disputar taças em 2023 como uma condição para ficar.
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O 1° desafio é não repetir as cagadas do ano passado onde nos custou 2 títulos e uma vaga na fase de grupos da libertadores
O maior desafio é da torcida do sp de aguentar esse jumento como técnico
O Rojegue quer o David para improvisar. Ele estava falando em adaptar o David na posição do Calleri.
O sujeito nem chegou (espero que não venha) e o pardal já quer inventar moda.
Seis desafios....parar de inventar.