São Paulo celebra adequação de parceiros
Fonte Máquina do Esporte
7 de Julho de 2009
Segundo a própria diretoria do São Paulo, a negociação para a definição da marca que substituiria a rede de lojas Fast Shop nas mangas das camisas tricolores levou cerca de quatro meses. No entanto, o clube se esforçou para demonstrar que esse período não foi decorrente de uma diferença de valores. Nesta segunda-feira, em evento que apresentou os painéis IPS como novos detentores do espaço, a cúpula da equipe paulista preferiu atribuir a responsabilidade a um processo criterioso de adequação de parcerias.
"Levamos quatro meses para fechar essa parceria com a IPS porque queríamos algo que fosse totalmente adequado à linha de comunicação da nossa camisa", explicou Júlio Casares, vice-presidente de comunicação e marketing do São Paulo.
A mudança no patrocínio das mangas foi um dos principais entraves no processo de renovação do contrato entre São Paulo e LG, no início deste ano. O time pretendia aumentar sua participação pelo espaço, e essa diferença quase minou o acordo. Mesmo depois de a marca de produtos eletrônicos ter definido que continuaria, ainda houve grande incerteza sobre a Fast Shop, que era responsável pelo patrocínio periférico.
Em junho desta temporada, o São Paulo anunciou que estava em busca de novos parceiros para as mangas das camisas. A negociação já se arrastava havia três meses, mas encontrava barreiras em entraves como o tamanho do logotipo a ser exposto - segundo o clube, uma marca maior do que a que foi acertada prejudicaria a comunicação visual da camisa.
"Foi uma negociação bastante complexa. Tivemos propostas, mas trabalhamos com um ideal de ter a mesma linha de comunicação na camisa. Por isso, queríamos uma empresa que tivesse total sintonia com a LG. Passamos meses analisando o histórico da tecnologia IPS, até para termos algo totalmente alinhado", contou Casares.
"Levamos quatro meses para fechar essa parceria com a IPS porque queríamos algo que fosse totalmente adequado à linha de comunicação da nossa camisa", explicou Júlio Casares, vice-presidente de comunicação e marketing do São Paulo.
A mudança no patrocínio das mangas foi um dos principais entraves no processo de renovação do contrato entre São Paulo e LG, no início deste ano. O time pretendia aumentar sua participação pelo espaço, e essa diferença quase minou o acordo. Mesmo depois de a marca de produtos eletrônicos ter definido que continuaria, ainda houve grande incerteza sobre a Fast Shop, que era responsável pelo patrocínio periférico.
Em junho desta temporada, o São Paulo anunciou que estava em busca de novos parceiros para as mangas das camisas. A negociação já se arrastava havia três meses, mas encontrava barreiras em entraves como o tamanho do logotipo a ser exposto - segundo o clube, uma marca maior do que a que foi acertada prejudicaria a comunicação visual da camisa.
"Foi uma negociação bastante complexa. Tivemos propostas, mas trabalhamos com um ideal de ter a mesma linha de comunicação na camisa. Por isso, queríamos uma empresa que tivesse total sintonia com a LG. Passamos meses analisando o histórico da tecnologia IPS, até para termos algo totalmente alinhado", contou Casares.
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