Coletivos viram arma para Ricardo Gomes conhecer elenco
Ao contrário de Muricy, ele promove o embate entre titulares e reservas para poder observar todos os jogadores do grupo
Fonte GloboEsporte
4 de Julho de 2009
O técnico Ricardo Gomes completará neste domingo, na partida contra o Coritiba, a sua segunda partida no comando do São Paulo. E, para ganhar tempo e conhecer todos os atletas que estão à sua disposição, o treinador tem abusado dos treinos coletivos, coisa que era muito rara na época do técnico Muricy Ramalho.
O ex-treinador dificilmente dava coletivos e, quando o fazia, sempre utilizava a equipe sub-20. Ricardo Gomes, ao contrário, sempre promove o embate entre titulares e reservas. E ele garante que, nas próximas três semanas, a rotina será repetida.
- No coletivo, eu consigo observar todos os jogadores. Atletas como o Wellington (volante), o Diogo (lateral-esquerdo), o Oscar (meia). Acredito que quando estiver com cinco semanas de clube, poderemos mudar o planejamento e o número de coletivos vai diminuir – explicou o comandante são-paulino.
Além de gostar de coletivos, Ricardo Gomes tem um jeito diferente de comandar. Em vez de realizar dois tempos, ele costuma parar o treino a cada dez minutos.
- Para mim, não é interessante deixar o jogo correr, pois me interessa parar, corrigir o que está errado. Depois, quando estivermos no estágio mais avançado, posso realizar mais treinos individuais em vez dos coletivos – concluiu o treinador.
O ex-treinador dificilmente dava coletivos e, quando o fazia, sempre utilizava a equipe sub-20. Ricardo Gomes, ao contrário, sempre promove o embate entre titulares e reservas. E ele garante que, nas próximas três semanas, a rotina será repetida.
- No coletivo, eu consigo observar todos os jogadores. Atletas como o Wellington (volante), o Diogo (lateral-esquerdo), o Oscar (meia). Acredito que quando estiver com cinco semanas de clube, poderemos mudar o planejamento e o número de coletivos vai diminuir – explicou o comandante são-paulino.
Além de gostar de coletivos, Ricardo Gomes tem um jeito diferente de comandar. Em vez de realizar dois tempos, ele costuma parar o treino a cada dez minutos.
- Para mim, não é interessante deixar o jogo correr, pois me interessa parar, corrigir o que está errado. Depois, quando estivermos no estágio mais avançado, posso realizar mais treinos individuais em vez dos coletivos – concluiu o treinador.
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