Final da Sul-Americana foi uma das decisões do São Paulo com o menor público no estádio
Jogo único em Córdoba está entre as cinco finais com menos torcedores presentes
Fonte Lance!
6 de Outubro de 2022
A ESPN revelou nesta quarta-feira (5) que 24.683 torcedores estiveram no Estádio Mário Kempes, em Córdoba (Argentina), para acompanhar a derrota do São Paulo para o Independiente del Valle, do Equador, na final da Copa Sul-Americana.
Segundo levantamento da página 'Anotações Tricolores', o público do jogo único entrou para a história como um dos menores que acompanharam uma final envolvendo a equipe paulista.
Foi a quinta decisão com o menor público na história do São Paulo.
O recorde negativo fica com a final do Campeonato Brasileiro de 1991, quando 12.942 torcedores estiveram no hoje Estádio Nabi Abi Chedid para ver o Tricolor conquistar o seu terceiro título nacional.
O número, contudo, é fundamentado pela capacidade do palco esportivo de Bragança Paulista (SP), que na época tinha capacidade para 10 mil pessoas e 'ganhou' um reforço com arquibancadas modulares para o jogo. Um total de 20 mil bilhetes foram colocados à venda, mas os são-paulinos boicotaram por conta do elevado preço dos ingressos.
Dois anos depois, a Conmebol teve de espremer a Recopa Sul-Americana, entre São Paulo e Cruzeiro, nas poucas datas disponíveis. Com isso, o jogo de ida, no Morumbi, também valeu pelo Campeonato Brasileiro, e a volta, no Mineirão, foi marcada para o que seria a última semana cheia do Tricolor antes de começar a disputar a Supercopa Libertadores.
O jogo não empolgou muita gente a comparecer ao maior estádio de Minas Gerais, e pouco mais de 20 mil pessoas passaram pelas catracas para testemunharem a vitória são-paulina nos pênaltis após empate sem gols no tempo normal.
O público da vitória do Peñarol por 3 a 0 sobre o São Paulo, na final da Copa Conmebol de 1994, foi ao Estádio Centenário, em Montevidéu, foi influenciado pelo resultado do jogo de ida, já que o Tricolor havia goleado por 6 a 1 a ida.
Só um desastre de proporções bíblicas teria tirado o título dos brasileiros, e essa perspectiva foi refletida nas bilheterias, já que apenas 19 mil pessoas demonstraram alguma esperança de ver o milagre acontecer — além, claro, dos são-paulinos que estavam presentes.
Por fim, a última vez que o São Paulo disputou o título numa final com um público menor que o de sábado (1) foi na Recopa Sul-Americana de 2006, contra o Boca Juniors, da Argentina, o único jogo desta lista em que foi mandante e o único até então em que não ficou com a taça.
Mesmo ocupando a liderança do Campeonato Brasileiro, o Tricolor vivia um mau momento na temporada, com apenas três vitórias em seus 11 jogos anteriores, que incluíam a final da Libertadores, perdida para o Internacional, e a partida de ida da própria Recopa, uma derrota por 2 a 1 em Buenos Aires.
Preocupado com a presença do público, mas também com o baixo valor a ser pago pela transmissão, o São Paulo ainda tentou impedir que a partida passasse ao vivo, mas a iniciativa não deu certo, e a partida esteve até na TV aberta, a Record. Pouco menos de 20 mil torcedores foram ao Morumbi e presenciaram o empate por 2 a 2 que deu a Recopa ao Boca. A estimativa é de que 3 mil deles fossem argentinos.
Segundo levantamento da página 'Anotações Tricolores', o público do jogo único entrou para a história como um dos menores que acompanharam uma final envolvendo a equipe paulista.
Foi a quinta decisão com o menor público na história do São Paulo.
O recorde negativo fica com a final do Campeonato Brasileiro de 1991, quando 12.942 torcedores estiveram no hoje Estádio Nabi Abi Chedid para ver o Tricolor conquistar o seu terceiro título nacional.
O número, contudo, é fundamentado pela capacidade do palco esportivo de Bragança Paulista (SP), que na época tinha capacidade para 10 mil pessoas e 'ganhou' um reforço com arquibancadas modulares para o jogo. Um total de 20 mil bilhetes foram colocados à venda, mas os são-paulinos boicotaram por conta do elevado preço dos ingressos.
Dois anos depois, a Conmebol teve de espremer a Recopa Sul-Americana, entre São Paulo e Cruzeiro, nas poucas datas disponíveis. Com isso, o jogo de ida, no Morumbi, também valeu pelo Campeonato Brasileiro, e a volta, no Mineirão, foi marcada para o que seria a última semana cheia do Tricolor antes de começar a disputar a Supercopa Libertadores.
O jogo não empolgou muita gente a comparecer ao maior estádio de Minas Gerais, e pouco mais de 20 mil pessoas passaram pelas catracas para testemunharem a vitória são-paulina nos pênaltis após empate sem gols no tempo normal.
O público da vitória do Peñarol por 3 a 0 sobre o São Paulo, na final da Copa Conmebol de 1994, foi ao Estádio Centenário, em Montevidéu, foi influenciado pelo resultado do jogo de ida, já que o Tricolor havia goleado por 6 a 1 a ida.
Só um desastre de proporções bíblicas teria tirado o título dos brasileiros, e essa perspectiva foi refletida nas bilheterias, já que apenas 19 mil pessoas demonstraram alguma esperança de ver o milagre acontecer — além, claro, dos são-paulinos que estavam presentes.
Por fim, a última vez que o São Paulo disputou o título numa final com um público menor que o de sábado (1) foi na Recopa Sul-Americana de 2006, contra o Boca Juniors, da Argentina, o único jogo desta lista em que foi mandante e o único até então em que não ficou com a taça.
Mesmo ocupando a liderança do Campeonato Brasileiro, o Tricolor vivia um mau momento na temporada, com apenas três vitórias em seus 11 jogos anteriores, que incluíam a final da Libertadores, perdida para o Internacional, e a partida de ida da própria Recopa, uma derrota por 2 a 1 em Buenos Aires.
Preocupado com a presença do público, mas também com o baixo valor a ser pago pela transmissão, o São Paulo ainda tentou impedir que a partida passasse ao vivo, mas a iniciativa não deu certo, e a partida esteve até na TV aberta, a Record. Pouco menos de 20 mil torcedores foram ao Morumbi e presenciaram o empate por 2 a 2 que deu a Recopa ao Boca. A estimativa é de que 3 mil deles fossem argentinos.
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O São Paulo F C tinha o costume de apoiar o time se estivesse bem começou com palhaçada a torcida não vai agora eles pedem o apoio eles vão então não adianta se queixar