Racha no grupo? Ricardo Gomes se preocupa com negociações
Fonte Gazeta Esportiva
26 de Junho de 2009
Em suas primeiras horas de trabalho, Ricardo Gomes avisou que não aceitaria vaidades no São Paulo. Dois dias depois, concluiu que o problema não são brigas dentro do elenco. O que mais preocupa o substituto de Muricy Ramalho é uma situação que não viveu nos anos em que esteve no futebol francês: a possibilidade de perder jogadores para o exterior.
"A França nem é um mercado tão comprador, mas é bem mais em relação ao Brasil. Não posso definir o time por isso. Não tenho tanta certeza porque penso nessa possibilidade de perder jogadores. É difícil. Fica a expectativa de terminar logo este período", confessou o treinador, garantindo que existe paz no Morumbi. "Não vejo o grupo rachado. Estão todos trabalhando bem, querendo jogar, mesmo quem não vai começar contra o Náutico."
Se os egos estão controlados, a solução seria evitar que os atletas percam o foco no Tricolor pensando em futuras equipes. Mas Ricardo Gomes também não vê isso como empecilho. Ciente do interesse de europeus e árabes em seus atletas - quando estava no Bordeaux e no Monaco, tentou levar Hernanes e Richarlyson, por exemplo -, o ex-zagueiro vê um grupo amadurecido.
"Conversei com o Hernanes, o Hugo, o Jorge Wagner e o Washington sobre essa janela. O clube tem seis ou sete jogadores cobiçados. Mas vi todos com a cabeça voltada para o São Paulo", assegurou o técnico, apostando no sucesso de seus comandados com Muricy Ramalho para segurá-los no Morumbi.
"Quando um jogador desinteressado recebe informação de proposta, bota a mão na coxa e já fala: 'tô fora'. Mas aqui vejo comprometimento dos jogadores porque eles viveram dias maravilhosos no clube e não querem sair nesta situação em que o São Paulo está agora", concluiu Ricardo, que não cansa de expor seu incômodo com a proximidade da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
"A França nem é um mercado tão comprador, mas é bem mais em relação ao Brasil. Não posso definir o time por isso. Não tenho tanta certeza porque penso nessa possibilidade de perder jogadores. É difícil. Fica a expectativa de terminar logo este período", confessou o treinador, garantindo que existe paz no Morumbi. "Não vejo o grupo rachado. Estão todos trabalhando bem, querendo jogar, mesmo quem não vai começar contra o Náutico."
Se os egos estão controlados, a solução seria evitar que os atletas percam o foco no Tricolor pensando em futuras equipes. Mas Ricardo Gomes também não vê isso como empecilho. Ciente do interesse de europeus e árabes em seus atletas - quando estava no Bordeaux e no Monaco, tentou levar Hernanes e Richarlyson, por exemplo -, o ex-zagueiro vê um grupo amadurecido.
"Conversei com o Hernanes, o Hugo, o Jorge Wagner e o Washington sobre essa janela. O clube tem seis ou sete jogadores cobiçados. Mas vi todos com a cabeça voltada para o São Paulo", assegurou o técnico, apostando no sucesso de seus comandados com Muricy Ramalho para segurá-los no Morumbi.
"Quando um jogador desinteressado recebe informação de proposta, bota a mão na coxa e já fala: 'tô fora'. Mas aqui vejo comprometimento dos jogadores porque eles viveram dias maravilhosos no clube e não querem sair nesta situação em que o São Paulo está agora", concluiu Ricardo, que não cansa de expor seu incômodo com a proximidade da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
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