Aidar e ex-diretores são absolvidos pela justiça, acusados de fraude e lavagem de dinheiro no São Paulo
Investigação citava contratos irregulares de cerca de R$ 8,5 milhões, mas juíza cita decisão anterior para afastar cometimento de crime; Ministério Público pode recorrer
Fonte Globo esporte
5 de Julho de 2022
A Justiça absolveu de forma sumária Carlos Miguel Aidar, Leonardo Serafim, ex-diretor jurídico do clube, Douglas Schwartzmann, antigo diretor de marketing, e mais cinco pessoas por fraude e lavagem de dinheiro na gestão de Aidar, que presidiu o São Paulo entre 2014 e 2015.
Todos foram denunciados em setembro do ano passado pelos crimes de furto mediante fraude e lavagem de dinheiro. Segundo o Ministério Público, sob o comando dos acusados, o São Paulo havia feito contratos ilícitos com o escritório de advocacia de José Roberto Cortez, que também foi absolvido.
A investigação apontou que Aidar interveio para o São Paulo promover cinco contratações do escritório de Cortez nos valores R$ 4.675.000,00 brutos e R$ 4.387.487,50 líquidos de honorários, pagos na conta da firma.
Leonardo Serafim foi denunciado por furto qualificado, já que teria supostamente participado de crime patrimonial e lavagem de capitais enquanto diretor jurídico da gestão Aidar. Já Douglas Schwartzmann foi denunciado por uma possível participação em uma operação de lavagem de capital, de acordo com o documento.
Todos eles foram absolvidos sumariamente das acusações em decisão da juíza Marcia Mayumi Okoda Oshiro.
O Ministério Público citava a investigação de três episódios diferentes com indícios de fraude: a contratação do zagueiro Iago Maidana, um acordo de comissão pelo contrato com a Under Armour e a contratação do escritório do advogado José Roberto Cortez.
Na época da denúncia, porém, o MP admitiu não ter ainda provas conclusivas sobre os dois primeiros – e que continuaria investigando os episódios – , mas que havia "maturidade probatória" sobre o crime de furto mediante fraude supostamente ocorrido na contratação do escritório de Cortez. Foi por esse caso específico que os ex-dirigentes foram denunciados por furto e lavagem de dinheiro.
Na sentença, a juíza cita que a Justiça de São Paulo já decidiu pela licitude dos pagamentos feitos pelo São Paulo ao advogado José Roberto Cortez em uma outra ação, de 2016 – e obrigou o clube, na época, a pagar o que devia a ele.
Além disso, afirma que o São Paulo se manifestou no processo “reconhecendo o direito do escritório contratado em receber os honorários e informando que os pagou, conforme a decisão judicial. Informou, por fim, não ter ocorrido qualquer furto”.
Para a juíza, diante deste cenário, não se pode concluir que houve crime de furto. E, consequentemente, não se pode atribuir aos réus o crime de lavagem de dinheiro, que depende do cometimento do crime antecedente.
Procurado, o São Paulo alegou que não pode se pronunciar sobre um caso em segredo de Justiça. O Ministério Público ainda pode recorrer da decisão.
Carlos Miguel Aidar renunciou ao cargo de presidente do São Paulo em 2015 após uma série de denúncias de corrupção.
Todos foram denunciados em setembro do ano passado pelos crimes de furto mediante fraude e lavagem de dinheiro. Segundo o Ministério Público, sob o comando dos acusados, o São Paulo havia feito contratos ilícitos com o escritório de advocacia de José Roberto Cortez, que também foi absolvido.
A investigação apontou que Aidar interveio para o São Paulo promover cinco contratações do escritório de Cortez nos valores R$ 4.675.000,00 brutos e R$ 4.387.487,50 líquidos de honorários, pagos na conta da firma.
Leonardo Serafim foi denunciado por furto qualificado, já que teria supostamente participado de crime patrimonial e lavagem de capitais enquanto diretor jurídico da gestão Aidar. Já Douglas Schwartzmann foi denunciado por uma possível participação em uma operação de lavagem de capital, de acordo com o documento.
Todos eles foram absolvidos sumariamente das acusações em decisão da juíza Marcia Mayumi Okoda Oshiro.
O Ministério Público citava a investigação de três episódios diferentes com indícios de fraude: a contratação do zagueiro Iago Maidana, um acordo de comissão pelo contrato com a Under Armour e a contratação do escritório do advogado José Roberto Cortez.
Na época da denúncia, porém, o MP admitiu não ter ainda provas conclusivas sobre os dois primeiros – e que continuaria investigando os episódios – , mas que havia "maturidade probatória" sobre o crime de furto mediante fraude supostamente ocorrido na contratação do escritório de Cortez. Foi por esse caso específico que os ex-dirigentes foram denunciados por furto e lavagem de dinheiro.
Na sentença, a juíza cita que a Justiça de São Paulo já decidiu pela licitude dos pagamentos feitos pelo São Paulo ao advogado José Roberto Cortez em uma outra ação, de 2016 – e obrigou o clube, na época, a pagar o que devia a ele.
Além disso, afirma que o São Paulo se manifestou no processo “reconhecendo o direito do escritório contratado em receber os honorários e informando que os pagou, conforme a decisão judicial. Informou, por fim, não ter ocorrido qualquer furto”.
Para a juíza, diante deste cenário, não se pode concluir que houve crime de furto. E, consequentemente, não se pode atribuir aos réus o crime de lavagem de dinheiro, que depende do cometimento do crime antecedente.
Procurado, o São Paulo alegou que não pode se pronunciar sobre um caso em segredo de Justiça. O Ministério Público ainda pode recorrer da decisão.
Carlos Miguel Aidar renunciou ao cargo de presidente do São Paulo em 2015 após uma série de denúncias de corrupção.
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No Brasil o crime compensa mesmo,achei que era só com o maior ladrão que esse país já viu...mas pelo visto é geral
Fazer auditoria para que você acha que eles têm interesse em colocar na cadeia as pessoas que roubaram o São Paulo
A paz do nosso país é uma ***** até numa instituição privada como São Paulo a corrupção corre solto aí dentro por isso que o São Paulo tá nessa draga do inferno esses ladrões entra no São Paulo só para roubar
Faço minha tuas palavras SILVIO NASCIMENTO, este 09 dedos deu o maior exemplo de impunidade
O Brasil é uma piada ou palhaçada e o São Paulo virou o circo.
Tem q ser feita uma auditoria profunda e verdadeira no spfc
É uma mafia nojenta
Única coisa np Brasil.que dá cadeia é pensão alimentícia......eu que o diga!!!!!!
Crime legalizado
Nós temos aqui na America latina, um exemplo que vem pintando nossa bandeira que o crime compensa! Infelizmente.
Todos que entrar no sp vão seguir a mesma carreira porque que o sp vende jogadores e os presidente fica mentindo que não tem dinheiro pra contratar um jogador que. Preste so querem contratar pe de rato que não sabe chutar nenhuma bola
O famoso caso Jack
Alguém aí acreditou que eles seriam condenados? K
Quem é condenado é o pobre, é o cidadão sem influência social... Tu acha que um advogado que foi duas vezes presidente de um clube grande sofre algum tipo de pressão?
Não basta o empeachment do Aidar, mas assumiu seu vice Leco e após o Leco entra da mesma chapa o pavão presidente.
Alguém dúvida que o próximo seja o João Paulo de Jesus Lopes? Dos mais conhecidos parças, falta esse ...
Oposição no SP só existe pra ser concorrente de pavão, porque efetivamente não existe há muitos anos.
P pior é q a quadrilha vai continuar a roubar no Morumbi. Só no Brasil. Ladrão vira presidente e Juiz vira ladrão. ***
Esses ladrões tinham que estarem era presos.
Aff dá nojo da justiça aqui no Brasil
Justiça Brasileira, sendo justiça Brasileira...