Dirigente foi à Conmebol e intriga os são-paulinos
Cruzeirense foi ao Paraguai depois do primeiro jogo da Libertadores
Fonte Lance!
19 de Junho de 2009
A diretoria do São Paulo está ciente de que o Cruzeiro foi melhor nos dois confrontos contra o Tricolor, pelas quartas-de-final da Copa Libertadores. Mas, internamente, um fato ocorrido na última semana chamou a atenção dos dirigentes. O Sampa recebeu a informação de que o supervisor de futebol do time mineiro, Benecy Queiroz, esteve no Paraguai, na semana passada, durante o feriado de Corpus Christi, para "pressionar" a Conmebol com relação à arbitragem.
Pessoas ligadas ao presidente Juvenal Juvêncio já tinham esta informação desde o início da semana e disseram que ele passou no mínimo um dia em Luque, cidade vizinha a Assunção, capital do Paraguai, onde está localizada a sede da Conmebol. Porém, depois da partida no Morumbi, a cúpula são-paulina ficou mais intrigada, isso porque o árbitro argentino Sérgio Pezzotta expulsou o volante Eduardo Costa com 43 minutos de jogo, após duas faltas, uma em Kléber e a outra em Jonathan.
Na opinião de alguns dirigentes, uma atitude incomum, já que na Libertadores o jogo costuma correr mais que o normal, se comparado com o Campeonato Brasileiro. Todos classificaram o cartão vermelho como um excesso de rigor do árbitro.
- Estávamo equilibrando o jogo aquela hora. Mas, aí, com um homem a menos, contra um time bom como é o Cruzeiro, fica bem mais complicado - defendeu-se o técnico Muricy Ramalho, no vestiário.
Pessoas ligadas ao presidente Juvenal Juvêncio já tinham esta informação desde o início da semana e disseram que ele passou no mínimo um dia em Luque, cidade vizinha a Assunção, capital do Paraguai, onde está localizada a sede da Conmebol. Porém, depois da partida no Morumbi, a cúpula são-paulina ficou mais intrigada, isso porque o árbitro argentino Sérgio Pezzotta expulsou o volante Eduardo Costa com 43 minutos de jogo, após duas faltas, uma em Kléber e a outra em Jonathan.
Na opinião de alguns dirigentes, uma atitude incomum, já que na Libertadores o jogo costuma correr mais que o normal, se comparado com o Campeonato Brasileiro. Todos classificaram o cartão vermelho como um excesso de rigor do árbitro.
- Estávamo equilibrando o jogo aquela hora. Mas, aí, com um homem a menos, contra um time bom como é o Cruzeiro, fica bem mais complicado - defendeu-se o técnico Muricy Ramalho, no vestiário.
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