[OPINIÃO] São Paulo 0 x 0 Juventude esfria ainda mais a polar noite paulistana
Fonte Blog do Vitor Guedes
26 de Junho de 2022
Que gelada para os 20.466 torcedores que foram ao Morumbi. Qualquer festa junina ou um filminho embaixo das cobertas teria sido um programa bem mais interessante para o domingão.
Quando a torcida tricolor viu que, do outro lado, o homem-gol era Ricardo Bueno sabia que era grande a chance de a equipe não ser vazada. E, apesar de azarão, o Juventude também sonhou em segurar o 0 a 0 quando viu a trinca Rigoni, Luciano e Eder escalada. E os dois lados acertaram: 0 a 0.
Sem Calleri, Reinaldo, Gabriel Neves, Rodrigo Nestor e Diego Costa, quarteto que foi fundamental na vitória sobre o Palmeiras pela Copa do Brasil, a equipe de Rogério Ceni não conseguiu se impor diante do fraco Juventude, que pisou no Morumbi na condição de lanterna e saiu em 19º, à frente do Fortaleza, com o pontinho conquistado.
O 0 a 0 da primeira etapa foi uma enorme perda de tempo. E, sob o ponto de vista tricolor, poderia ter sido ainda pior se o caseiraço soprador de apito André Luiz de Freitas Castro. Em contra-ataque perigoso do time de Caxias do Sul, o juiz ignorou um carrinho por trás de Miranda na entrada da área.
Os gritos de "Calleri, Calleri, Calleri" que ecoaram no Morumbi assim que o primeiro tempo acabou mostra, para além da falta do goleador, como as presenças de Eder, Rigoni e Luciano foram sofríveis.
Rogério Ceni voltou com Calleri e Nestor nos lugares de Eder e Patrick. Na sequência, Rafinha e Luciano saíram para as entradas de Diego Costa e Igor Vinícius.
O São Paulo continuou tendo muita dificuldade para criar. Mas, após escanteio, o 1 a 0 foi oferecido para Miranda. A bola sobrou na pequena área, macia, rasteira, gostosa para ser chutada, e o zagueiro zagueirou para linha de fundo de forma ridícula. Se alguém tinha alguma dúvida porque o experiente ídolo fez toda a sua carreira como beque, a resposta foi dada em nome de engrossada.
Do lado visitante, o estreante Umberto Louzer foi trocando para renovar o gás e garantir o ponto no Morumbi.
Ceni respondeu com André Anderson no lugar do inexistente Rigoni, mas o justo e sofrível 0 a 0 permaneceu até o final. Se é verdade que o São Paulo cumpriu a obrigação óbvia de atacar mais e procurar o gol, foi evidente a superioridade defensiva do Juventude (que nem sequer arriscou um contra-ataque).
O são-paulino, que, compreensivelmente, chegou feliz pela vitória sobre o Palmeiras na Copa do Brasil, tem todo o motivo do mundo para estar emburrado. Vaias merecedíssimas no Morumbi! O time, que já havia empatado com o lanterna Fortaleza, voltou a deixar dois pontos contra uma equipe que está na rabeira da competição.
São Paulo, Opinião, Empate, Frio, Juventude, SPFC
Quando a torcida tricolor viu que, do outro lado, o homem-gol era Ricardo Bueno sabia que era grande a chance de a equipe não ser vazada. E, apesar de azarão, o Juventude também sonhou em segurar o 0 a 0 quando viu a trinca Rigoni, Luciano e Eder escalada. E os dois lados acertaram: 0 a 0.
Sem Calleri, Reinaldo, Gabriel Neves, Rodrigo Nestor e Diego Costa, quarteto que foi fundamental na vitória sobre o Palmeiras pela Copa do Brasil, a equipe de Rogério Ceni não conseguiu se impor diante do fraco Juventude, que pisou no Morumbi na condição de lanterna e saiu em 19º, à frente do Fortaleza, com o pontinho conquistado.
O 0 a 0 da primeira etapa foi uma enorme perda de tempo. E, sob o ponto de vista tricolor, poderia ter sido ainda pior se o caseiraço soprador de apito André Luiz de Freitas Castro. Em contra-ataque perigoso do time de Caxias do Sul, o juiz ignorou um carrinho por trás de Miranda na entrada da área.
Os gritos de "Calleri, Calleri, Calleri" que ecoaram no Morumbi assim que o primeiro tempo acabou mostra, para além da falta do goleador, como as presenças de Eder, Rigoni e Luciano foram sofríveis.
Rogério Ceni voltou com Calleri e Nestor nos lugares de Eder e Patrick. Na sequência, Rafinha e Luciano saíram para as entradas de Diego Costa e Igor Vinícius.
O São Paulo continuou tendo muita dificuldade para criar. Mas, após escanteio, o 1 a 0 foi oferecido para Miranda. A bola sobrou na pequena área, macia, rasteira, gostosa para ser chutada, e o zagueiro zagueirou para linha de fundo de forma ridícula. Se alguém tinha alguma dúvida porque o experiente ídolo fez toda a sua carreira como beque, a resposta foi dada em nome de engrossada.
Do lado visitante, o estreante Umberto Louzer foi trocando para renovar o gás e garantir o ponto no Morumbi.
Ceni respondeu com André Anderson no lugar do inexistente Rigoni, mas o justo e sofrível 0 a 0 permaneceu até o final. Se é verdade que o São Paulo cumpriu a obrigação óbvia de atacar mais e procurar o gol, foi evidente a superioridade defensiva do Juventude (que nem sequer arriscou um contra-ataque).
O são-paulino, que, compreensivelmente, chegou feliz pela vitória sobre o Palmeiras na Copa do Brasil, tem todo o motivo do mundo para estar emburrado. Vaias merecedíssimas no Morumbi! O time, que já havia empatado com o lanterna Fortaleza, voltou a deixar dois pontos contra uma equipe que está na rabeira da competição.
São Paulo, Opinião, Empate, Frio, Juventude, SPFC
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Luciano fominha e Miranda bisonho ao perdeu um gol daquele, perderam para eles mesmos.
Ainda vem que não vi o jogo e não me aborreci.Torcer para SP é só decepção, atualmente.
Culpa novamente do projeto de técnico,se reforçando na defesa se o adversário não provocava nada no ataque. O técnico do São Paulo tinha que ter colocado mais atacantes. Rogério não tem visão de jogo. .
Culpa da presidência que ja teve bastante tempo para corrigir os erros. Muito jogador mediano que não tem condições de jogar no São Paulo.
Cria vergonha na cara seu , empata com lanterna fora rogerio
Nos últimos 9 pontos disputados o são paulo so conquistou 1 ja passou da hora d trocar d técnico porq se não é rebaixamento na certa
Desse jeito é brigar pra nn cair dnv infelizmente.