Participando de 26 partidas em 2022, o argentino já marcou 15 gols e deu uma assistência, tendo 1836 minutos em campo sob o comando de Ceni.
O jogador foi o vice-artilheiro do Campeonato Paulista com 8 gols e é o atual artilheiro do Brasileirão com 7 gols ao todo. O segundo na artilharia do Brasileiro é Erison, com 5 tentos marcados.
Após deixar o São Paulo, em 2016, Calleri foi ao West Ham-ING, onde marcou apenas um gol em 21 jogos. Depois da passagem no futebol inglês, Calleri passou pelo futebol espanhol, onde atuou por quatro equipes: Las Palmas (41 jogos e 12 gols), Alavés (36 jogos e nove gols), Espanyol (34 jogos e cinco gols) e Osasuna (27 jogos, com seis gols). Sendo assim, são 33 tentos marcados.
Desde que voltou ao SPFC em 2021, o atacante esteve em campo em 57,2% dos minutos que o time do Morumbi atuou. O número é bem acima dos 30% previstos no contrato de empréstimo que exigem que o time do Morumbi adquira os direitos econômicos do jogador definitivamente.
A cláusula foi incluída no acordo feito com o Deportivo Maldonado, clube uruguaio controlado pelos empresários que detém os direitos de Calleri. Caso o argentino jogue 30% de todos os minutos que o São Paulo fizer desde que ele assinou contrato, em 31 de agosto do ano passado, até o dia 31 de dezembro de 2022, o time do Morumbi terá que desembolsar US$ 3 milhões (R$ 13,96 milhões) — o valor se mantém caso o atacante não atinja a meta, mas, nesse cenário, o clube não será obrigado a exercer a compra.
Pra você, a diretoria tricolor tem como a principal obrigação na temporada contratar o artilheiro, Jonathan Calleri? Deixe seu comentário abaixo!
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Que pergunta
Belmonte esta à frente desse caso k
Se os incompetentes não contratem o Calleri, aí o São Paulo acabou