Rival do São Paulo na Sul-Americana, Jorge Wilstermann vive sequência ruim
Fonte Gazeta
18 de Maio de 2022
Na quinta-feira, o São Paulo vai enfrentar o Jorge Wilstermann, pela quinta rodada da fase de grupos da Sul-Americana, no Morumbi. A equipe boliviana não vive boa fase, já que nos últimos 10 jogos venceu apenas um, além de ser lanterna do grupo D da competição continental.
A Gazeta Esportiva entrou em contato com o analista de desempenho Henrique Mathias, que mantém o perfil Jogo Direto no Twitter, para explicar as principais dificuldades enfrentadas pelo Jorge Wilstermann. Segundo ele, o time sofre com falta de identidade e aspectos defensivos.
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"Wilstermann é uma equipe que sofre muito para encontrar uma identidade e principalmente com a alternância de cenários. Obrigado a ter a bola nos jogos locais, obrigado ao bloco baixo e os contra-ataques em competições internacionais", disse.
"Tem muitos problemas com sua recomposição ofensiva e bola parada defensiva. Além disso, fisicamente o cai muito depois de 60/70 minutos de partida", acrescentou.
Henrique também destacou os sistemas de jogo que o time boliviano costuma usar sob o comando de Sergio Magliaccio, além de destaques individuais.
"Ele tem alternado entre o 4-4-2 e o 5-4-1, sempre tendo o Serginho como opção técnica toda vez que retoma a bola e apostando na dupla Osorio e Chavez (argentino que passou pelo São Paulo em 2016 e 2017) para concluir as jogadas", destacou.
Após o jogo contra o Jorge Wilstermann, o São Paulo terá um clássico pelo Brasileirão. No domingo, o Tricolor visitará o Corinthians na Neo Química Arena, às 16 horas (de Brasília).
Rival, São Paulo, Sul-Americana, Jorge Wilstermann
A Gazeta Esportiva entrou em contato com o analista de desempenho Henrique Mathias, que mantém o perfil Jogo Direto no Twitter, para explicar as principais dificuldades enfrentadas pelo Jorge Wilstermann. Segundo ele, o time sofre com falta de identidade e aspectos defensivos.
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"Wilstermann é uma equipe que sofre muito para encontrar uma identidade e principalmente com a alternância de cenários. Obrigado a ter a bola nos jogos locais, obrigado ao bloco baixo e os contra-ataques em competições internacionais", disse.
"Tem muitos problemas com sua recomposição ofensiva e bola parada defensiva. Além disso, fisicamente o cai muito depois de 60/70 minutos de partida", acrescentou.
Henrique também destacou os sistemas de jogo que o time boliviano costuma usar sob o comando de Sergio Magliaccio, além de destaques individuais.
"Ele tem alternado entre o 4-4-2 e o 5-4-1, sempre tendo o Serginho como opção técnica toda vez que retoma a bola e apostando na dupla Osorio e Chavez (argentino que passou pelo São Paulo em 2016 e 2017) para concluir as jogadas", destacou.
Após o jogo contra o Jorge Wilstermann, o São Paulo terá um clássico pelo Brasileirão. No domingo, o Tricolor visitará o Corinthians na Neo Química Arena, às 16 horas (de Brasília).
Rival, São Paulo, Sul-Americana, Jorge Wilstermann
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